Em caso de suspeita, é importante buscar atendimento médico para avaliação adequada e prevenção de complicações

Brasil já registra 88 casos confirmados de mpox em 2026, com concentração em São Paulo, segundo o Ministério da Saúde. Avanço recente acende alerta e aumenta a busca por informações sobre sintomas, transmissão e formas de prevenção.
A maior parte dos casos de mpox está em São Paulo, com 62 registros. Restante está distribuído entre outros estados. Veja:
Em 2025, o país registrou 1.079 casos de mpox e duas mortes. No mesmo período do ano anterior, foram 215 confirmações. Apesar de o número atual ser menor, surgimento de novos registros em 2026 mantém o monitoramento ativo. Informações são da Agência Brasil.
A mpox é causada pelo vírus monkeypox, da mesma família da varíola humana. A transmissão ocorre principalmente por:
Sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, cansaço, gânglios linfáticos inchados e lesões na pele, que podem aparecer em rosto, mãos, pés, genitais e outras partes do corpo. Período de incubação varia de 6 a 13 dias, podendo chegar a 21 dias.
Para mais informações sobre a mpox, consulte o site do Ministério da Saúde.
Para reduzir o risco de contágio, infectologistas indicam medidas simples:
O cuidado com lesões na pele é essencial para evitar infecções secundárias. Em casos de sintomas, é importante procurar atendimento médico imediatamente.
Não existe tratamento específico para a mpox, e a maioria dos casos se cura sozinha em algumas semanas. Cuidados incluem:
Pessoas com imunidade comprometida podem necessitar de antivirais, sempre sob supervisão médica. Também é importante não coçar nem manipular as lesões e manter a higiene adequada.
O Ministério da Saúde mantém monitoramento da mpox em parceria com as vigilâncias estaduais. Acompanhar os dados e conhecer os sintomas ajuda a identificar sinais precoces e buscar orientação médica quando necessário.