Ingrediente comum na alimentação pode trazer benefícios, mas consumo precisa ser equilibrado

O azeite de oliva é frequentemente associado à saúde do coração, mas seus efeitos também chamam atenção quando o assunto é o fígado.
O estudo disponível na National Institutes of Health mostra que o azeite de oliva está associado à redução de inflamações, melhora de marcadores metabólicos e proteção contra doenças metabólicas.
Quando consumido com moderação, ele não prejudica o fígado. Rico em gorduras boas e compostos antioxidantes, ele pode contribuir para o bom funcionamento do organismo quando inserido em dieta equilibrada.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, padrões alimentares baseados em alimentos naturais e gorduras saudáveis, como o azeite de oliva, estão associados também à redução do risco de doenças crônicas.
Além disso, o Ministério da Saúde recomenda, no Guia Alimentar da População Brasileira, que a preferência seja por gorduras de melhor qualidade em substituição às saturadas, como parte de uma alimentação equilibrada.
Apesar dos benefícios, o azeite é calórico e deve ser consumido com moderação. O excesso pode contribuir para ganho de peso, o que, por sua vez, está relacionado a problemas no fígado.
O equilíbrio alimentar continua como o principal fator para manter a saúde hepática. Nenhum alimento isolado é capaz de prevenir ou tratar doenças sozinho, mas pode ser um aliado quando inserido em hábitos saudáveis.
Incluir o azeite de oliva na rotina pode trazer benefícios ao fígado e ao sistema cardiovascular, desde que o consumo seja consciente e aliado a uma alimentação equilibrada.