DESCOBERTO

Venda ilegal de Mounjaro e bebidas falsificadas é descoberta em cidade do litoral de SP

Homem de 26 anos foi preso em flagrante, durante diligência do 3º Distrito Policial de Santos; local funcionava em avenida movimentada


Redação
Publicado em 04/08/2025, às 12h19

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Homem é preso por vender itens ilegais em comércio do litoral de SP
Estabelecimento armazenava produtos sem nota fiscal, medicamentos controlados e mais - Divulgação/Polícia Civil


Um homem de 26 anos foi preso em flagrante, em Guarujá, no litoral paulista, responsável por um comércio que vendia diversos produtos ilegais. Policiais foram ao local após  denúncia anônima indicar que o estabelecimento funcionava como ponto de armazenamento e venda de bebidas alcoólicas falsificadas, cigarros contrabandeados e medicamentos controlados sem prescrição médica.

Os investigadores ficaram de campana no comércio, localizado na avenida dos Caiçaras, bairro Jardim Boa Esperança, onde notaram movimentações suspeitas, com entrada e saída de pessoas com sacolas opacas, de forma reservada e evasiva. Diante da suspeita e com respaldo da autoridade policial, a equipe entrou no local e encontrou diversos produtos ilegais.

No interior do estabelecimento foram apreendidas 13 garrafas de vodka e 21 de whisky com fortes indícios de falsificação: tampas violadas, ausência de selos fiscais, rótulos incompatíveis e sinais de manipulação dos recipientes. Também foram encontrados cigarros de origem estrangeira sem nota fiscal — 20 maços da marca Gift, 5 da Eight e 10 da Gudang Garam.



Além disso, os policiais localizaram 6 canetas do medicamento Mounjaro, indicado para tratamento do diabetes tipo 2, mas que também vem sendo utilizado de forma indevida para fins estéticos. O remédio estava sem receita médica e sem qualquer comprovação de origem lícita.

O homem foi preso em flagrante e responderá por comercialização de medicamentos sem procedência (artigo 273 do Código Penal), contrabando (artigo 334-A) e crime contra as relações de consumo (artigo 7º da Lei 8.137/90). Ele foi encaminhado à cadeia pública e permanece à disposição da Justiça. A ação foi diligenciada pelo 3º Distrito Policial de Santos.

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