CRIMINALIDADE

'Não quero morrer', diz adolescente ao escapar de sequestro no litoral de SP; veja vídeo

Menor voltava da escola quando foi abordada por homens que estavam em um carro escuro; tentativa de sequestro ocorreu no bairro Santa Rosa, em Guarujá

"Não quero morrer", diz  adolescente  ao escapar de sequestro no litoral de SP;  veja vídeo
Vítima gritou por socorro e implorou para não morrer - Reprodução/Redes Sociais


Uma adolescente de 17 anos sofreu tentativa de sequestro, na noite de terça-feira (2), no bairro Santa Rosa, em Guarujá, no litoral de São Paulo. O crime ocorreu por volta das 23h20, na rua Atílio Gelsomini, momento em que a vítima retornava da escola para casa.

Segundo o boletim de ocorrência obtido pela reportagem, a menor caminhava sozinha quando um homem magro, branco e com cerca de 1,70 metro de altura, a abordou e perguntou as horas. Pouco depois, um carro escuro, com vidros pretos, passou em alta velocidade pelo local e retornou em seguida.

Do veículo, saíram o mesmo suspeito e outro homem magro, negro e que usava moletom com capuz. Ambos tentaram arrastar a estudante para dentro do automóvel. Ela relatou que conseguiu resistir enquanto os criminosos pediam que ficasse calma.



A adolescente afirmou que chegou a ser agarrada pela mochila e pelos cabelos, momento em que gritou por socorro e implorou para não morrer. Dentro do carro, havia ainda outros dois homens. Imagens do circuito interno de segurança da vizinhança mostraram o momento exato da ação dos criminosos (veja mais acima).

Ainda de acordo com o depoimento à polícia, a adolescente contou que moradores que ouviram os gritos se aproximaram. A vítima conseguiu se soltar e correu em direção segura, enquanto os suspeitos voltaram para o carro e fugiram. Ela declarou nunca ter visto os agressores antes.

A menor compareceu à Delegacia de Polícia de Guarujá acompanhada do pai, na quinta-feira (4). O caso foi registrado como tentativa de sequestro e cárcere privado, previsto no artigo 148 do Código Penal. A jovem não conseguiu identificar os criminosos em acervo fotográfico apresentado pela polícia.



Procuranda pela reportagem, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que apura as informações. Até o momento, não há registros de prisão ou identificação dos suspeitos envolvidos na ação criminosa.

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