SEGURANÇA

Investigado por Pix de R$7 mil de morto, servidor do IML deixa a prisão

Decisão ocorreu após audiência de custódia no litoral de São Paulo; investigado cumprirá medidas judiciais por suspeita de fraude de R$7 mil


Redação
Publicado em 23/06/2026, às 09h50

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Caso foi registrado no 3º DP de Santos e encaminhado à Corregedoria da Polícia Civil - Raimundo Rosa/Prefeitura de Santos


Um funcionário do Instituto Médico Legal (IML), investigado por transferir R$7 mil da conta de um homem morto, por meio de um Pix, foi colocado em liberdade pela Justiça. A decisão foi tomada após audiência de custódia ocorrida nesta semana.

O caso teve lugar em Praia Grande, litoral de São Paulo. Segundo as investigações, o servidor teria utilizado o celular da vítima, que estava sob responsabilidade do IML, para acessar a conta bancária e fazer a transferência do dinheiro.

A fraude foi descoberta depois que familiares do falecido perceberam movimentações financeiras suspeitas na conta e procuraram as autoridades. A Polícia Civil iniciou as apurações e identificou indícios de participação do funcionário no crime.



O suspeito chegou a ser preso, mas a Justiça decidiu conceder liberdade provisória. Apesar da soltura, ele continuará respondendo ao processo e deverá cumprir as medidas determinadas pelo Judiciário durante o andamento das investigações.

O caso segue em investigação para esclarecer todos os detalhes da suposta fraude e verificar se houve envolvimento de outras pessoas. As autoridades também apuram se situações semelhantes podem ter ocorrido anteriormente.

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