No quadro É Pet, Danilo Sato explica a dieta do roedor e alerta sobre as restrições de banho com água para proteger a pelagem

As chinchilas são roedores nativos de regiões montanhosas com clima frio e seco. Por causa dessa origem, a criação desses animais no litoral de São Paulo exige atenção especial com a umidade e as altas temperaturas.
No quadro É Pet, da TV Cultura Litoral, o apresentador e veterinário Danilo Sato detalhou as necessidades básicas para o bem-estar da espécie.
A pelagem da chinchila atua como um isolante térmico potente. O especialista alerta que os tutores nunca devem dar banho com água no animal. Para a higiene diária, o mercado pet oferece um pó específico para banhos a seco. O produto retira a oleosidade e a umidade dos pelos, o que previne problemas dermatológicos e protege a pelagem.
O cardápio da chinchila assemelha-se ao de coelhos e porquinhos-da-índia. A base da dieta precisa conter muita fibra bruta. O tutor deve ofertar uma mistura de feno de alfafa com capins dos tipos coastcross e tifton. O uso de rações comerciais específicas para chinchilas também compõe a rotina.
Danilo Sato ressalta que a mastigação contínua do feno previne o desenvolvimento de doenças dentárias, gástricas e intestinais ao longo dos anos. Com o manejo nutricional e ambiental adequados, o roedor apresenta uma expectativa de vida longa e surpreendente para o seu tamanho: o animal alcança até 20 anos de idade.
*Com informações do apresentador e veterinário Danilo Sato, para o Jornal Litoral, da TV Cultura Litoral.