Medida altera regra que vinha sendo aplicada nos últimos anos e atinge veículos com tecnologia alternativa

Proprietários de carros híbridos voltam a pagar Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em SP a partir deste ano, após mudança nas regras de isenção do imposto estadual.
Alteração foi divulgada pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do estado de São Paulo (Sefaz-SP) e redefine os critérios para concessão do benefício que, até então, contemplava parte dos veículos com tecnologia híbrida.
Segundo a Sefaz-SP, o reajuste do teto para isenção passa a valer apenas para veículos movidos exclusivamente a hidrogênio e para híbridos específicos que se enquadrem nas novas exigências.
Atualização consta em comunicado oficial do órgão e integra o calendário do IPVA 2026.
Até então, modelos híbridos comercializados no estado contavam com isenção do IPVA, desde que atendessem aos critérios vigentes. Com a nova regra, parte desses veículos deixa de ser contemplada automaticamente.
Ainda de acordo com a Secretaria da Fazenda, o ajuste tem como objetivo atualizar os parâmetros fiscais diante da ampliação da frota e da evolução tecnológica do setor automotivo.
Imposto passa a ser cobrado conforme as alíquotas aplicadas aos demais veículos da mesma categoria, respeitando as regras estaduais.
Cobrança começa no exercício de 2026, seguindo o calendário oficial de vencimentos divulgado anualmente pelo governo estadual.
Conforme informado pelo governo federal, permanecem com possibilidade de isenção:
A recomendação é que proprietários consultem o site oficial da Secretaria da Fazenda para verificar o enquadramento específico de cada modelo antes da emissão da guia de pagamento.
Retorno da cobrança do imposto pode influenciar decisões de compra, principalmente entre consumidores que buscavam veículos híbridos também pelo incentivo tributário.
A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, órgão responsável pela regulamentação e arrecadação do IPVA, reforça que as mudanças seguem critérios legais aprovados na legislação estadual e visam manter o equilíbrio fiscal.