LOGÍSTICA

Reinauguração da Minicidade do Trânsito na Vila Mathias

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Danilo Martins e Valentim Cardozo
Publicado em 21/05/2024, às 16h37

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Minicidade será reinaugurada amanhã - Arquivo PMS
Minicidade será reinaugurada amanhã - Arquivo PMS

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Santos, o prefeito Rogério Santos (Republicanos) participará amanhã (22) da reinauguração da Minicidade do Trânsito, no bairro Vila Mathias. O equipamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos) desenvolverá atividades educativas para o trânsito voltadas para crianças. O espaço reproduz a sinalização de trânsito existente no sistema viário urbano, com semáforos (para veículos, pedestres e ciclistas), placas e demarcações de solo, além de uma ciclovia. Alunos de escolas públicas e privadas farão o percurso utilizando mini buggies, bicicletas e a pé.

Ausente I

Ontem, o secretário de Governo de Santos, Fábio Ferraz, e a vice-prefeita Renata Bravo participaram do lançamento do Orçamento Participativo 2025 e representaram Rogério Santos no evento.

Ausente II

Na semana passada, o prefeito cancelou a presença em dois eventos nos quais ele estaria presente. O primeiro compromisso era o início das obras da Policlínica da Vila Progresso, que será erguida em um terreno ao lado da caixa d’água, no morro mais alto habitável da cidade. A outra agenda seria a entrega do Centro Recreativo Morro do José Menino, uma nova e ampla área de lazer e diversão para os moradores.

Lançamento da Frente Parlamentar para nova pista no Sistema Anchieta-Imigrantes

O evento foi realizado na Associação de Engenheiros e Arquitetos. Representando a Alesp estavam a deputada estadual Solange Freitas (União Brasil), que é a presidente da Frente, os deputados Caio França (PSB) e Tenente Coimbra (PL).

Engarrafamentos

“Resolvi criar essa Frente Parlamentar a pedido da sociedade civil, todos preocupados com os congestionamentos constantes nas estradas e na chegada e saída das cidades da Baixada, e vamos acompanhar todo o andamento desse processo”, disse a parlamentar.

Fim dos problemas?

De acordo com o secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, é preciso ganhar mais flexibilidade no sistema. “Essa obra não é o fim, a gente precisa pensar na próxima. É uma obra que deveria ter acontecido, estamos tentando fazer agora e já temos que pensar na próxima. Essa obra não vai resolver todo o problema da Baixada”, destacou o secretário.

Dados

Atualmente, 60% da movimentação de cargas no cais santista é feita por rodovia, 30% por malha ferroviária e 10% por meio de dutos. Segundo Anderson Pomini, presidente da Autoridade Portuária de Santos, no ano passado foram movimentadas 174 milhões de toneladas de produtos. Boa parte passa pela via Anchieta, que há tempos está sobrecarregada.

Trabalho conjunto I

“Além das obras de infraestrutura, para que se apresente de forma competitiva com outros portos do mundo, para entrada e saída de navios, é preciso que o Porto se dedique, junto com os governos federal e estadual, às vias de escoamento dos produtos”, sinaliza Pomini.

Trabalho conjunto II

O gerente regional da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ-SP), Guilherme da Costa Silva, também compartilha a mesma preocupação. “A Antaq vem acompanhando os investimentos de infraestrutura no Porto. A criação de armazenagem nos terminais que tiveram seus contratos prorrogados antecipadamente, os novos contratos de licitação, os arrendamentos dos operadores que estão fazendo investimentos. Em contrapartida, vemos pouca ampliação do acesso rodoviário ao Porto e à comunidade em geral”, informou.

Histórico

Em dezembro do ano passado, o assunto foi tema de uma audiência pública de autoria da deputada Solange Freitas na Alesp. Em visita recente à Baixada Santista, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sinalizou que o projeto executivo ficará pronto em 2026. Após esse primeiro momento, o Estado terá uma dimensão real do investimento, que a princípio está avaliado em sete bilhões de reais.

Presente

“Nós já temos consórcio, projetistas internacionais e nacionais contratados, numa combinação dos melhores profissionais para desenvolver esse projeto”, esclareceu o diretor-presidente da Ecorodovias, Rui Klein.

Futuro

Uma ata será elaborada com todos os pontos debatidos nesta primeira reunião. O próximo encontro ainda não tem data definida.

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