EDUCAÇÃO E CAFÉ

Lei das escolas Cívico-Militares é aprovada

Leia a coluna de hoje (22)

Danilo Martins e Thiago Dantas
Publicado em 22/05/2024, às 17h29

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Deputado Tenente Coimbra na Alesp - Assessoria Parlamentar
Deputado Tenente Coimbra na Alesp - Assessoria Parlamentar

O projeto de lei complementar 9/2024, que trata da criação do programa paulista das escolas cívico-militares, foi aprovado pelo plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) em sessão realizada ontem (21). Foram 54 votos a favor e 21 contra, além do voto do presidente da mesa. Agora, o documento segue para sanção do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). O desfecho foi comemorado pelo deputado estadual Tenente Coimbra (PL), um dos responsáveis pela elaboração da propositura.

Felicidade

“Muito feliz pelo resultado alcançado. Isso só demonstra o que vimos através das lideranças municipais que fizeram mais de 200 mil assinaturas, mostrando que todo o Estado de São Paulo quer a escola cívico-militar.”

Cinco anos depois…

O parlamentar destacou que esta é uma vitória, pois ele lutou pela implementação deste modelo desde o início de seu primeiro mandato, em fevereiro de 2019. “Depois de tantos esforços, posso dizer: este é um dos dias mais importantes da minha vida pública. Finalmente, conseguimos.”

Resistência

No ano passado, o governo federal, que era responsável pelo programa por meio do Ministério da Educação (MEC), decidiu extinguir o sistema. Coimbra procurou o governador, solicitando que fosse feito um projeto próprio do Estado.

“Quero agradecer o apoio do governador Tarcísio de Freitas, que cumpriu um compromisso de campanha, pois quando houve a descontinuidade do programa no governo federal, ele se posicionou por um modelo próprio no Estado”, frisou.

O deputado estadual e as secretarias de Educação e Segurança Pública, comandadas por Renato Feder e Guilherme Derrite, respectivamente, montaram a peça que foi protocolada na Alesp em março passado. Cerca de dois meses mais tarde, veio o “sim” definitivo do Legislativo.

24º Seminário Internacional do Café começa em Santos

A solenidade de abertura ocorreu ontem, contando com a presença de autoridades públicas e empresários. O presidente da Associação Comercial de Santos (ACS), Mauro Sammarco, deu início aos discursos. O mandatário da entidade que organiza o simpósio enalteceu o fato de o principal município da região sediar o maior evento mundial do setor.

Governo federal

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, salientou que representava o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e seu vice, Geraldo Alckmin. Ele reforçou que o seminário é essencial para que a riqueza gerada pelo café fique no Brasil.

Geração de Renda

“Somos os maiores produtores e o segundo mercado em consumo no mundo. Mas, quem ganha muito dinheiro com café são os alemães, os americanos, os suíços, que não têm um pé de café. Gostaríamos de um pouco mais deste dinheiro aqui, gerando empregos, indústrias”, declarou.

O café é nosso!

O presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, seguiu linha parecida. “A cada dez xícaras de café consumidas no mundo, quatro são produzidas no Brasil. Está faltando marketing, publicidade. Somos os maiores exportadores e produtores do mundo.”

Novo tipo de operação

Ele também asseverou que “chegou o momento de investir na retroárea, na indústria, em Santos, para que o Porto se apresente mais competitivo ao lado dos empresários, que poderão receber incentivos fiscais.”

Cidade de Santos e o café

O prefeito de Santos, Rogério Santos (Republicanos), disse que o evento criou um “ambiente para negócios”. Além disso, o gestor enfatizou que o seminário “resgata a história do café e sua relação com a cidade, que tem o Porto que mais exporta esse tipo de grão no planeta. Oitenta por cento da produção nacional passa por aqui.” Por fim, ele considerou que o evento comprova o viés santista para o turismo internacional.

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