Nada de jejum e dietas radicais; nutricionista orienta como retomar a rotina com leveza e evitar culpa após os excessos
Redação
Publicado em 09/12/2025, às 11h41
Um pavê aqui, uma rabanada ali e, de repente, um inchaço e mal-estar após a comilança da ceia de Natal. Quem nunca passou o ano inteiro no projeto verão e quando chegou o dia 25 comeu demais? Nutricionista ensina como evitar os “problemas” pós-ceia.
Segundo Bruno Costa, nutricionista com atuação em emagrecimento e nutrição esportiva infantil, “a comida em datas festivas tem um valor emocional muito forte. É memória afetiva, é família reunida. Exagerar é compreensível”.
No dia seguinte, é válido não optar por dietas radicais, jejuns longos, uso de laxantes ou treinos intensos. O nutricionista alerta que usar estratégias muito intensas e radicais pode causar cansaço, compulsão ou até problemas intestinais.
“O corpo entra em estresse. Quem tenta ‘pagar a conta’ do Natal com essas estratégias pode enfrentar cansaço, compulsão e até problemas intestinais. O exagero de um dia não se corrige com outro exagero”, alerta Bruno.
“Detox real não vem de sucos mágicos. Ele acontece quando o fígado, os rins e o intestino funcionam bem, e isso se consegue com comida de verdade, hidratação e sono de qualidade”, orienta Bruno.
Além de fatores físicos, há também os fatores emocionais, como a culpa. “Um único dia não define seu corpo nem sua saúde. O que transforma é a constância, não a culpa. Cuide-se hoje com leveza e siga em frente”, reforça o especialista.
É importante lembrar também que o Natal é uma festa para diversão e não para gerar culpa ou punição. “É só um dia no ano. O problema é quando você transforma isso em punição. Comer com prazer faz parte. Voltar à rotina com gentileza é muito mais eficaz do que tentar compensar com sofrimento”, pontua.
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