Produtora mundial de celulose bate recorde de embarques no porto de Santos

Volume histórico embarcado nos terminais portuários reforça liderança da Suzano e impulsiona exportações de celulose pelo porto de Santos

Redação
Publicado em 22/02/2026, às 17h36

Produção da empresa correspondeu a 58,8% de toda a celulose exportada pelo complexo portuário - Divulgação/Suzano


A Suzano, maior produtora mundial de celulose, alcançou em 2025 recorde histórico ao embarcar mais de 5,8 milhões de toneladas de celulose por meio de seus terminais no porto de Santos, litoral de São Paulo, resultado atribuído a investimentos logísticos, expansão operacional e crescimento da demanda internacional.

Volume representa aumento de 41% em relação a 2024, quando a companhia registrou 4,1 milhões de toneladas movimentadas. Segundo dados do porto de Santos, a produção da empresa correspondeu a 58,8% de toda a celulose exportada pelo complexo portuário no período.

Desempenho também contribuiu para o avanço do setor no mercado externo, que fechou 2025 com exportações totais de 9,9 milhões de toneladas de celulose, alta de 21% na comparação anual.



Os embarques ocorreram principalmente por meio dos terminais T32 e DP World, responsáveis pelo escoamento da produção das unidades industriais localizadas em Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo, em Mato Grosso do Sul, além da fábrica de Jacareí, no interior paulista.

Terminais foram ampliados e modernizados; capacidade anual cresceu mais de 43% - Divulgação/Suzano

 

Outro marco foi registrado em dezembro de 2025, quando a companhia atingiu recorde mensal ao movimentar 481 mil toneladas, superando a marca anterior registrada em maio do mesmo ano.



Para atender ao crescimento, os terminais passaram por obras de ampliação e modernização, que elevaram a capacidade média anual de movimentação de carga em mais de 43%, além de ampliar a capacidade estática de armazenamento.

Investimentos também contemplaram melhorias no transporte ferroviário, estratégia adotada para aumentar eficiência logística, reduzir emissões e fortalecer competitividade do escoamento de celulose brasileira no mercado internacional.

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