Assessora de investimentos explica como fazer o dinheiro render acima da poupança

Juliana Lima detalha opções como renda fixa e ações, para quem busca conquistar a liberdade financeira a longo prazo

Redação
Publicado em 19/06/2026, às 13h34

Educação financeira auxilia na transição da poupança para aplicações com rendimentos - Kaboompics/Pexels


Guardar dinheiro de forma estratégica representa o primeiro passo para a transformação do patrimônio individual. No entanto, a tradicional caderneta de poupança, embora muito conhecida entre os brasileiros por causa da liquidez imediata, apresenta limitações importantes no retorno financeiro.

O principal obstáculo da modalidade surge em períodos de juros elevados. Atualmente, a taxa Selic atinge o patamar de quase 15% ao ano no cenário econômico, enquanto a poupança oferece um rendimento aproximado de apenas 6% ao ano. Essa diferença expressiva leva os poupadores a perderem poder de compra de forma gradual ao longo do tempo.

Capital em movimento

A assessora de investimentos e apresentadora Juliana Lima destaca que o primeiro passo exige colocar o capital em movimento para gerar retornos acima da inflação. Segundo a profissional:



Poupança é o primeiro passo, mas o investimento é o passo que realmente transforma o seu patrimônio".

O mercado financeiro atual oferece diversas opções para diferentes perfis, que incluem ativos de renda fixa, fundos estruturados, ações, previdência privada, câmbio e ouro. A escolha ideal depende diretamente dos objetivos de cada cidadão. Para a criação de uma reserva de emergência, o plano exige priorizar investimentos em renda fixa com alta liquidez e baixo risco.

Desafio cultural e planejamento

A disseminação de informações e o acesso digital facilitam a diversificação da carteira. A assessora de investimentos Juliana Lima aponta que a transição envolve uma mudança cultural no país:

A educação financeira e a mudança de mentalidade é o grande desafio cultural que a gente tem. A verdadeira virada da chave está em entender que investir não é arriscar, é planejar".

Para os cidadãos que buscam proteger o futuro financeiro, a consolidação desse hábito altera a realidade das famílias. A assessora de investimentos Juliana Lima conclui: "Guardar é bom, investir é melhor ainda, porque quem guarda protege o presente, mas quem investe constrói um futuro. Investir bem muda a vida das pessoas".



*Com informações da assessora de investimentos Juliana Lima, para o quadro Papo de Finanças, da TV Cultura Litoral.

Para mais conteúdos: