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Santos vistoria imóveis para mapear risco de surto de dengue

Agentes de saúde percorrem as casas da cidade a partir desta quinta-feira (1º), para mapear o risco de surto da doença nos bairros

Redação
Publicado em 28/09/2026, às 16h30

Agentes de combate a endemias vistoriam residências para eliminar focos de água parada - Divulgação/Prefeitura de Santos


O centro de Controle de Zoonoses e Vetor (CCZV) da Secretaria de Saúde de Santos, litoral paulista, inicia a quarta Avaliação de Densidade Larvária de 2026 nesta quinta-feira (1º). Ação previne novos casos de arboviroses (como dengue e chikungunya) e mapeia as áreas de maior risco no município.

Até o dia 30 de outubro, os agentes de combate a endemias devem vistoriar cerca de 5,4 mil imóveis, com uma média de 600 locais abordados por bairro. Durante as visitas, o grupo de Informação, Educação e Comunicação (IEC) promove ações educativas com os moradores.

Após a coleta e a análise das amostras, o município gera o Índice de Breteau (IB). O indicador avalia o nível de infestação do mosquito. O Ministério da Saúde considera ideal um índice igual ou inferior a 1. Valores entre 1 e 3,9 indicam estado de alerta, enquanto resultados acima de 4 representam risco de surto.



Como o mosquito age

As fêmeas do Aedes aegypti depositam os ovos em locais com água parada. Com o calor e a umidade, as larvas nascem, viram pupa e chegam à fase adulta. Apenas as fêmeas se alimentam de sangue humano, etapa necessária para maturar os ovos. Se o inseto picar uma pessoa infectada por dengue ou chikungunya, ele se torna transmissor do vírus para outros indivíduos.

Cronograma de ações

A programação de combate à doença inclui capacitações e aplicação de inseticidas ao longo da semana. Segue a lista das atividades:

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