Veja também quais procedimentos são indispensáveis caso o praticante de trekking perca a orientação em áreas de mata fechada

A instalação de placas de sinalização, numerações sequenciais e QR Codes ao longo das trilhas da Serra do Mar e da Serra dos Marins tornou-se uma ferramenta crucial para a segurança de praticantes de trekking.
Mapeados e catalogados pelo Corpo de Bombeiros, esses pontos funcionam como coordenadas estratégicas para orientar e agilizar operações de busca e salvamento — sejam elas terrestres ou aéreas.
Durante as caminhadas, os percursos contam com identificações bem visíveis ao longo do trajeto (como Trilha 1, Trilha 2, entre outras).
Em situações de emergência, basta que o visitante informe o número ou escaneie o código presente na placa mais próxima ao acionar o resgate, indicando a localização exata para as equipes de socorro.

O Corpo de Bombeiros orienta sobre os procedimentos indispensáveis caso o praticante perca a orientação em áreas de mata fechada:
Para aumentar as chances de sobrevivência e facilitar o trabalho dos resgatistas em situações de risco, o Corpo de Bombeiros orienta que os trilheiros levem alguns equipamentos básicos de segurança.
A bagagem deve incluir uma mochila impermeável para evitar que a água molhe os suprimentos, acompanhada de potes impermeáveis para armazenar materiais secos, como algodão.
Para a geração de fogo, a pederneira é o item mais indicado por continuar funcionando mesmo se estiver molhada.
A preparação para a noite e comunicação exige lanternas e um power bank para a recarga do celular ou dos equipamentos de iluminação.
Por fim, a hidratação e a saúde devem ser garantidas com potabilizadores de água em comprimidos e um kit de primeiros socorros, enquanto o uso de roupas de cores chamativas garante maior visibilidade durante as varreduras feitas por equipes aéreas.
Com informações da Agência SP