FATAL

Suspeito de tráfico de drogas é morto ao apontar arma para PM, no Guarujá

Homem de 30 anos foi baleado pela PM em área de mangue, na comunidade Maré Mansa; os agentes apreenderam pistola 9mm e quase 2kg de drogas em mochila


Redação
Publicado em 24/02/2026, às 11h05

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Suspeito de tráfico de drogas é morto ao tentar apontar arma para PM, no Guarujá
Arma do policial também foi apreendida; suspeito de tráfico portava 492g de cocaína - Reprodução


Um homem de 30 anos morreu durante intervenção da Polícia Militar no bairro Balneário Praia do Pernambuco, em Guarujá, na noite de segunda-feira (23). De acordo com a polícia, o suspeito de tráfico de drogas tentava fugir dos agentes, quando teria ameaçado sacar uma pistola de calibre 9mm.

Segundo boletim de ocorrência, ao qual o Costa Norte teve acesso, a ação ocorreu às 19h30, no cruzamento da avenida Nova Esperança com a rua Aratinga, em área de mangue, na comunidade da Maré Mansa.

Equipe policial estava em operação na comunidade por alerta de roubo na rua Luiz Custódio do Vale, quando os policiais avistaram um indivíduo de mochila correndo em direção aos becos.



Durante cerco da polícia, o suspeito teria tentado esconder uma das mãos e, em seguida, tentado apontar uma arma contra um dos policiais, que efetuou quatro disparos.

Apreensões e socorro

O suspeito foi socorrido pelo resgate do Corpo de Bombeiros e levado à UPA da Enseada, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele, os policiais apreenderam uma mochila e sacos plásticos com entorpecentes e dinheiro. Balanço total das apreensões inclui:

  • 680g de maconha;
  • 492g de cocaína;
  • 295g de crack;
  • 338g em frascos de lança-perfume;
  • R$ 282,25 em espécie;
  • Uma pistola calibre 9mm com nove munições intactas.

Investigação

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Guarujá como morte decorrente de intervenção policial e tráfico de drogas. Por protocolo padrão, a arma do policial militar também foi apreendida para perícia técnica.



A cunhada do suspeito compareceu à unidade de saúde ao ser informada por populares sobre a condução do familiar por uma ambulância, mas relatou à polícia que não presenciou as circunstâncias do confronto.

Foram requisitados exames necroscópico e toxicológico ao Instituto Médico Legal (IML) para o corpo do suspeito.

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