RESGATE

Samu mobiliza helicóptero Águia para socorrer vítima de queda no litoral norte de São Paulo

Homem sofre queda de quatro metros em Ilhabela e Samu coordena resgate com helicóptero para garantir cirurgia neurológica


Redação
Publicado em 03/07/2026, às 08h58

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Vítima sendo conduzida para o helicóptero, com atendimento de socorristas
Central do Samu de São Sebastião organizou a operação integrada para encaminhar o paciente ao hospital de referência - Divulgação/Prefeitura de São Sebastião


A Central de Regulação Médica do Samu de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, coordenou uma complexa operação de resgate na manhã da quinta-feira (2). As equipes de emergência socorreram um morador de 36 anos em Ilhabela, vítima de queda de aproximadamente quatro metros de altura em área de difícil acesso.

Segundo a prefeitura, o chamado de socorro ocorreu às 9h18. Na avaliação inicial, a médica reguladora Juliana Block identificou sinais de traumatismo cranioencefálico grave no paciente, com forte comprometimento neurológico. Diante do quadro crítico, a profissional acionou de imediato o helicóptero Águia 22, da Polícia Militar, para realizar o transporte aéreo.

Enquanto os socorristas prestavam os primeiros cuidados e estabilizavam a vítima no local da queda, a equipe da central articulava a vaga em um serviço de referência. A estratégia eliminou etapas intermediárias e antecipou o acesso ao tratamento neurocirúrgico em mais de seis horas.



A administração municipal explica que a rapidez no transporte aéreo representou um fator essencial para aumentar as chances de sobrevivência do homem e reduzir o risco de sequelas graves. A força-tarefa mobilizou agentes da Unidade de Suporte Básico de Ilhabela, Corpo de Bombeiros, médicos do Grupo de Resgate e Atenção às Urgências (Grau) e tripulantes do Águia.

Referência regional

A Central de Regulação Médica funciona sob a manutenção da prefeitura de São Sebastião e administra os chamados de urgência dos quatro municípios do litoral norte paulista. Os médicos avaliam a gravidade de cada caso e definem o envio de recursos terrestres, marítimos ou aéreos para as ocorrências.

Esse modelo de gestão atende às diretrizes do Ministério da Saúde para o encaminhamento direto de pacientes aos serviços especializados corretos. A estrutura integrada garante maior eficiência no socorro e encurta o tempo de espera por intervenções cirúrgicas complexas em toda a região.



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