INVESTIGAÇÃO

Presidente de sindicato é preso durante operação da Polícia Civil em Santos

Homem de 52 anos preside sindicato na Baixada Santista que congrega prestadores de serviços de asseio e conservação de limpeza urbana na região

Presidente de sindicato é preso durante operação da Polícia Civil em Santos
Agentes da Polícia Civil estiveram na sede do sindicato, na Vila Mathias - Reprodução/Polícia Civil


O presidente de um sindicato foi preso em flagrante em Santos, litoral de São Paulo, na manhã da quarta-feira (13), por suspeita de envolvimento em esquema de coação e intimidação no setor de limpeza urbana.

Segundo a Polícia Civil, o homem de 52 anos está à frente de um sindicato de limpeza urbana da Baixada Santista.

De acordo com a corporação, as investigações revelaram a atuação de uma estrutura voltada à imposição de ameaças e constrangimentos contra trabalhadores e empresas da categoria, com o uso de “métodos violentos e postura intimidatória” para forçar paralisações e exercer domínio sobre a atividade sindical, criando um ambiente de medo generalizado.



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Armas encontradas

Equipes da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da Deic de Santos estiveram na residência do investigado, no bairro do Embaré, onde ele foi localizado, e na sede do sindicato, na Vila Mathias.

Na residência, os policiais apreenderam uma pistola calibre .380, acompanhada de carregadores e munições, com registro vencido.



Já na sede do sindicato, foi encontrado um cofre camuflado no qual estavam um revólver calibre .38 (com registro vinculado a uma arma furtada anteriormente) e uma pistola Glock calibre 9mm, sem qualquer registro, além de munições e coldres táticos.

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Entre os itens apreendidos estão armas localizadas dentro de um cofre camuflado  - Reprodução/Polícia Civil



Segundo a Polícia Civil, a forma como o armamento era mantido indicava que os equipamentos estavam prontos para uso imediato.

Por isso, o homem foi autuado em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo de uso permitido, posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e receptação, permanecendo à disposição da Justiça.

A Polícia Civil continua investigando o caso. Procurado, o sindicato não se pronunciou até o momento. O espaço segue aberto para manifestação.



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