Assassinato

Policial Militar executado com mais de 50 tiros de fuzil: acompanhe o caso

Até o momento, quatro pessoas foram presas. Três suspeitos de participação direta na execução e uma por furtar a arma do PM


Da Redação
Publicado em 01/10/2018, às 11h44 - Atualizado em 23/08/2020, às 17h44

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Reprodução
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As investigações da morte do policial militar José Aldo dos Santos, de 49 anos, executado na manhã do dia 26 de setembro, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, ainda estão em andamento.  . Até o momento, quatro pessoas foram presas: três suspeitos de participação direta no assassinato e uma por furtar a arma do PM.

Informações preliminares apontam que José Aldo, que trabalhava há 23 anos na corporação, estava recebendo ameaças e já havia sofrido uma tentativa de homicídio em 2011, quando saía de uma festa de família. Na ocasião, ao chegar em uma esquina, no bairro Pae Cará, oito criminosos abordaram o policial e atiraram contra seu carro, que foi atingido na porta, nos pneus e na traseira. Nenhum dos 12 tiros acertou o PM. Atualmente, ele era lotado na 3ª Cia de Polícia Militar, em Bertioga.

Imagem acervo site



No mesmo dia em que o policial foi executado, já no período da tarde,  um homem foi preso em flagrante pelo furto da arma do cabo da Polícia Militar, próximo a Monte Cabrão, em Santos . Após o encontro do cadáver do policial, Jair Honorio dos Santos, 47 anos, foi visto por moradores mexendo no veículo e pegando a arma funcional da vítima. Segundo a polícia, a ação foi flagrada por câmeras de monitoramento.

Quando localizado, o acusado revelou aos policiais civis e militares que escondeu a arma no forro do banheiro de sua casa, localizada na mesma rua do crime, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá. O revólver foi apreendido e Jair foi preso em flagrante por furto e encaminhado à Cadeia Pública de Guarujá, onde ficará à disposição da Justiça.

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Na manhã seguinte, 27,  uma multidão se reuniu no Cemitério da Paz, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, para acompanhar o sepultamento de José Aldo dos Santos . Familiares e amigos de profissão participaram do funeral, que ocorreu por volta das 10 horas.

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A comunidade da Prainha, em Vicente de Carvalho, foi tomada pelas polícias na busca dos autores da execução.



Durante a ação, quatro pessoas, envolvidas com tráfico de drogas no distrito, morreram durante confronto com a Polícia Militar entre a madrugada e a manhã de sexta-feira, 28. Quatro suspeitos pelo crime foram identificados: dois deles de Guarujá e outros dois da capital.

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Já na madrugada de domingo, 30, o 2° Batalhão de Ações Especiais da Polícia (Baep) deteve três suspeitos de participação na execução.



As equipes receberam informações de que um dos autores seria uma pessoa identificada como Eidi. Posteriormente, os policiais encontraram Edmilson Carlos Pereira, o Eidi, em sua residência, dentro de um quarto com familiares. Ele recebeu voz de prisão, mas reagiu a abordagem e  agrediu os policiais, causando escoriações a um policial. A equipe deteve o criminoso à força e o levou ao Hospital Santo Amaro para consulta médica. Posteriormente, Eidi foi conduzido ao DP Sede Guarujá para apresentação de ocorrência. Após ser preso, Eidi delatou outros suspeitos.

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