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Polícia Civil prende suspeitos de serem ‘lideranças’ do PCC no litoral de SP

Operação Acato, da Dise de Itanhaém, cumpriu mandados de busca e prisão em Guarujá, Praia Grande, Mongaguá e Peruíbe, na segunda-feira (1)


Redação
Publicado em 02/06/2026, às 09h46

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Polícia Civil prende suspeitos de serem ‘lideranças’ do PCC no litoral de SP
Durante a operação, também foram encontrados dinheiro e joias - Reprodução/Polícia Civil


A Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Itanhaém, no litoral de SP, deflagrou, na segunda-feira (1º), a Operação Acato.

O objetivo da ação foi cumprir mandados de busca, apreensão e prisão temporária contra investigados de exercerem funções de liderança e controle disciplinar em diversas cidades da Baixada Santista e do Vale do Ribeira, como membros do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A investigação começou após a prisão de um primeiro investigado. A partir do cruzamento de dados, os policiais identificaram e localizaram outros alvos com atuação estratégica, conhecidos no grupo como responsáveis pela disciplina.



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Em Guarujá, os policiais prenderam temporariamente e cumpriram mandado de busca contra um homem de 46 anos. Ele é apontado como integrante da chamada sintonia final do setor de disciplina da Baixada Santista, posição considerada de alta relevância na estrutura regional do grupo.

No bairro Vila Tupi, em Praia Grande, foi preso temporariamente um suspeito de 42 anos, investigado como responsável pelo controle no Vale do Ribeira e região.



No Balneário Verde, em Mongaguá, os policiais prenderam um homem de 34 anos, apontado como o responsável pela atuação do grupo na cidade de Itanhaém.

Na Vila Romar, em Peruíbe, ocorreu a prisão temporária e busca e apreensão contra uma mulher de 29 anos, suposta responsável pela disciplina no próprio município.

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O trabalho teve apoio operacional do Grupo de Operações Especiais (GOE/Deinter-6), da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém e da Delegacia Sede de Peruíbe.

Durante as buscas, as equipes apreenderam dois automóveis, 19 celulares, um simulacro de arma de fogo, 20 relógios de pulso, documentos diversos, comprovantes bancários e uma balaclava.

Os investigados foram levados à delegacia para os procedimentos de polícia judiciária e estão à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros integrantes e detalhar a atuação do grupo nas regiões litorâneas.



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