DESESPERO

Mulher foge de cárcere privado e denuncia agressão de companheiro, em Guarujá

Vítima de 27 anos foi encontrada em um posto de combustíveis no Jardim Virgínia com hematomas; ela precisou ser internada na UPA Enseada


Redação
Publicado em 25/06/2026, às 11h28

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Mulher foge de cárcere privado e denuncia agressão de companheiro, em Guarujá
Crime foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) - Imagem ilustrativa/Prefeitura de Guarujá


Uma mulher de 27 anos conseguiu fugir de um cárcere privado, na tarde de terça-feira (23), em Guarujá, litoral de São Paulo; ela denuncia ter sido agredida pelo namorado de 22 anos. A Polícia Militar atendeu a ocorrência, e o crime foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município.

O Costa Norte teve acesso ao boletim de ocorrência. Segundo o registro, os policiais foram acionados a um posto de combustíveis na rotatória da rua Acre, no bairro Jardim Virgínia. No local, encontraram a vítima "com estado de consciência alterado", como diz o registro.

Ela entregou aos agentes o documento de identidade do namorado e afirmou que era mantida trancada por ele desde o dia anterior.



No boletim, os agentes apontaram que a mulher apresentava um hematoma abaixo do olho esquerdo e relatou ter sofrido diversas agressões. Devido à situação de violência, a vítima informou aos policiais que ingeriu uma alta dosagem de medicamentos controlados (ansiolíticos) para atentar contra a própria vida.

Sem condições de fornecer mais contatos além de um endereço, a mulher foi socorrida e encaminhada para a UPA Enseada, onde permaneceu internada para receber cuidados médicos.

Investigação

Em virtude da internação, a Polícia Civil não conseguiu ouvir a versão detalhada da vítima no momento do registro do boletim, nem questioná-la formalmente sobre o interesse em solicitar medidas protetivas de urgência contra o agressor. A ocorrência foi classificada como lesão corporal e violência doméstica.



O Costa Norte entrou em contato com a prefeitura de Guarujá para solicitar atualizações sobre o estado de saúde da mulher, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. O espaço segue aberto para atualizações.

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