Região terá restrições de permanência e de lotação ainda mais duras durante período de festas

A Baixada Santista, assim como todo o estado, vai retroceder mais um nível no plano São Paulo de enfrentamento da covid-19 durante o período das festas de Natal e de Ano Novo.
A decisão de recuar todas as regiões do estado foi anunciada nesta terça, 22, pelo governo estadual. O rebaixamento da fase amarela para a fase vermelha é temporário e vai ser válido durante os dias 25,26 e 27 de dezembro e 1,2 e 3 de janeiro.
ATUALIZAÇÃO ➤ CIDADES DO LITORAL 'BATEM DE FRENTE' COM DORIA E ANUNCIAM QUE NÃO RECUARÃO PARA FASE AMARELA
VIAJANDO ➤ DORIA PASSARÁ O NATAL E ANO NOVO EM MIAMI APÓS DECRETAR FASE VERMELHA EM TODO O ESTADO
A medida é uma profilaxia do governo contra um descontrole da pandemia após as festas de fim de ano, tendo em vista que São Paulo registrou nas últimas quatro semanas um aumento de 54% do número de casos e de 34% do número de óbitos.
Apenas atividades consideradas essenciais são permitidas na fase vermelha. Entre elas serviços de saúde e supermercados.
O Governo do estado pontuou, quando divulgou o rebaixamento temporário, que apesar do período festivo, “não é momento de festas”, disse Patrícia Ellen, secretaria estadual de desenvolvimento econômico . Dados da telefonia móvel, que possibilitam detectar se as pessoas estão em casa, apontam que na semana passada o taxa de isolamento no estado de São Paulo foi de 40%, 10% abaixo do número considerado razoável pelo governo.

Participe dos nossos grupos ➤ http://bit.ly/LITORALNORTEINFO Informe-se, denuncie!
Desde 02 de dezembro, a Baixada Santista, junto de todas as demais cidades do estado, foi rebaixada da fase verde para a fase amarela. Como as restrições de permanência e de horário dos estabelecimentos, além das normas de permanência nas praias, são prerrogativas das prefeituras, cada cidade da Baixada Santista reagiu de uma forma à fase amarela. Apesar das normas, inúmeras aglomerações tem sido registradas nas praias da região aos fins de semana.
Uma das principais dores de cabeça do governo estadual é com a taxa de ocupação dos leitos, que tende a aumentar. Atualmente, a taxa de ocupação de leitos do estado é de 61, 9%