IMUNIZAÇÃO

Alerta de sarampo: Santos reforça vacinação após casos confirmados em São Paulo

Município não registra casos da doença em 2026, mas intensifica a prevenção nas unidades de saúde; meta é imunizar 95% do público-alvo


Redação
Publicado em 16/07/2026, às 10h15

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Alerta de sarampo: Santos reforça vacinação após casos confirmados em São Paulo
Pais devem conferir a caderneta das crianças na unidade de saúde mais próxima - Divulgação/Prefeitura de Santos


A cidade de Santos, litoral paulista, intensificou ações de prevenção contra o sarampo. A medida ocorre após o governo estadual emitir um alerta sobre a confirmação de cinco casos da doença na capital paulista em 2026. Até o momento, o município santista não possui registros da infecção neste ano.

A diretora de Atenção Primária da Secretaria de Saúde de Santos, Rubia Lorraine, explica a estratégia local para evitar a disseminação do vírus. "A gente reforça com todas as unidades de saúde, tanto da atenção primária quanto as emergências, esse processo de ter essa vigilância maior nos casos de virose", afirma a diretora.

Os profissionais de saúde procuram sinais iniciais característicos, como sintomas gripais (coriza), além de manchas no corpo e na parte interna da boca (mucosa), que são alertas fortes para o sarampo.



Vacinação abaixo da meta

A principal barreira de proteção para a população é a vacina. A diretora detalha que o índice de cobertura no município, atualmente em torno de 88%, está abaixo da meta preconizada de 95%. O esquema vacinal prevê a primeira dose aos 12 meses de vida e um reforço aos 15 meses.

Rubia Lorraine faz um apelo às famílias para que atualizem o esquema de proteção.

Se a pessoa estiver vacinada, não vai se desenvolver a doença. Então a gente volta a pedir para a população olhar a carteirinha e levar as crianças", destaca a profissional.

Para receber o imunizante, o munícipe deve comparecer à unidade básica de saúde mais próxima com um documento oficial com foto e a caderneta de vacinação. Caso o adulto não tenha certeza se já tomou as doses necessárias ao longo da vida, a recomendação é ir ao posto para que os profissionais avaliem o documento e apliquem a vacina, se houver necessidade.



*Com informações do jornalista Jefferson Santos, para o Jornal Litoral, da TV Cultura Litoral.

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