FUMACÊ

Fumaça vinda da Amazônia promete pores do sol avermelhados no estado de SP

Imagem de satélite mostra corredor de fumaça tomando conta do centro-sul do Brasil


Da redação
Publicado em 09/09/2022, às 15h08 - Atualizado às 15h16

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Pôr-do-sol ficou avermelhado também em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul Fumaça  vinda da Amazônia promete pores-do-sol avermelhados no estado de SP Pôr-do-sol avermelhado com barco em primeiro plano, em Porto Alegre - Fernando Oliveira/MetSul
Pôr-do-sol ficou avermelhado também em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul Fumaça vinda da Amazônia promete pores-do-sol avermelhados no estado de SP Pôr-do-sol avermelhado com barco em primeiro plano, em Porto Alegre - Fernando Oliveira/MetSul


O corredor de fumaça das queimadas na Amazônia já atinge parte do estado de São Paulo e até o sul do país. Uma imagem de satélite feita pela NOAA, a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos, mostra a fumaça em boa parte do centro-sul do Brasil e outros países da América do Sul.

De acordo com o Instituto Climatempo, as queimadas liberam partículas inaláveis na atmosfera. Esse material em suspensão influencia a coloração do céu, principalmente no amanhecer e na hora do pôr do sol. Um flagrante feito por uma meteorologista do Climatempo na última quarta-feira (7) mostra o sol “cor-de-rosa” durante o crepúsculo na cidade de São Paulo. 

Sol ficou cor-de-rosa na última quarta-feira (7) em São Paulo Fumaça vinda da Amazônia promete pores-do-sol avermelhados no estado de SP Sol cor-de-rosa na última quarta-feira (7) em São Paulo, ao entardecer (Desirée Brandt/Climatempo)



Nos últimos dias, o céu também ficou mais avermelhado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Veja:

Pôr-do-sol ficou avermelhado também em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul Fumaça vinda da Amazônia promete pores-do-sol avermelhados no estado de SP Pôr-do-sol avermelhado com barco em primeiro plano, em Porto Alegre (Fernando Oliveira/MetSul)

Segundo a MetSul Meteorologia, o número de focos de calor na Amazônia, nos primeiros sete dias deste mês, chegou a 18.374, o que é superior à metade da média histórica (1998-2021) do mês de setembro inteiro, que é de 32.110.



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