Escala classifica a força dos ventos com base em velocidade e danos; veja onde se encaixam os registrados no litoral de SP nesta segunda-feira

A formação de um ciclone extratropical na costa do Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira (28), provocou ventos extremos em diferentes estados do Sul e Sudeste. No litoral de São Paulo, foram registrados danos como destelhamentos, queda de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e paralisação de travessias por balsas. Em Santos, a estação meteorológica da Praticagem, na Ponta da Praia, marcou rajadas de 111,55km/h às 2h36.
Mas afinal, o que diferencia um vento forte de uma ventania ou de um ciclone? E como interpretar esses dados?
A intensidade do vento é tradicionalmente medida pela Escala de Beaufort, usada internacionalmente para classificar a força do vento em 13 níveis, de 0 (calmo) a 12 (furacão), com base na velocidade em km/h e nos efeitos observados no ambiente.
Pela escala, a ventania registrada em Santos nesta madrugada se enquadra na categoria 11.
O Brasil não costuma registrar furacões, como em outras regiões do planeta, mas ciclones extratropicais, como o desta segunda-feira, têm potencial para provocar estragos. No caso de Bertioga, por exemplo, ventos intensos derrubaram telhados e árvores, além de causarem interrupções de energia em vários bairros. Em Santos e São Vicente, a Defesa Civil também atendeu dezenas de ocorrências por quedas de árvores e objetos.
A Defesa Civil do estado reforça orientações como: