Espaço no bairro Alemoa terá 400 vagas para caminhões e serviços de apoio para reduzir o tráfego nas rodovias da Baixada Santista

A Autoridade Portuária de Santos (APS) firmou contrato com o consórcio Portlog para a implantação de um condomínio logístico no litoral paulista.
O acordo foi assinado na quinta-feira (11), com o objetivo de facilitar a entrada e saída no Porto de Santos e evitar sobrecargas nas vias e estradas da região.
No local, funcionará um estacionamento de caminhões com capacidade inicial para 400 vagas, acompanhado de serviços de apoio.
Segundo o presidente da APS, Anderson Pomini, o equipamento servirá como suporte essencial para atender às demandas do futuro terminal de contêineres Tecon 10. O condomínio logístico integrará o cluster de contêineres da margem direita do cais santista.
A área cedida pela APS possui aproximadamente 240 mil metros quadrados e fica na avenida Augusto Barata, entre os bairros Alemoa e Saboó.
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O projeto do empreendimento prevê uma ampliação gradativa, de acordo com o avanço da demanda, podendo alcançar um fluxo operacional de até 530 vagas.
Além disso, o consórcio construirá uma estrutura destinada a serviços de apoio logístico com, no mínimo, 86 mil metros quadrados.
O espaço abrigará armazéns e galpões para serviços de manutenção, certificação, transformação, locação, compra e venda de contêineres.
A logística portuária regional receberá reforços em breve. A APS planeja a construção de outros dois condomínios com a mesma finalidade: um em Cubatão e outro no bairro Conceiçãozinha, em Guarujá.
Após a apresentação do Plano Básico de Implantação (PBI) pelo consórcio Portlog, a APS tem 30 dias para avaliar o documento. Caso existam modificações necessárias, a autoridade portuária comunicará os motivos e estabelecerá um novo prazo para as devidas correções.
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A vigência do contrato e a posse da área pela cessionária começam logo após a aprovação desta etapa. A Portlog terá até três anos para disponibilizar a infraestrutura completa, com um período de cessão total de 20 anos.
A empresa poderá cobrar pelos serviços oferecidos no espaço e pagará à APS parcelas mensais de R$ 289 mil, referentes à cessão de uso onerosa do terreno, a partir do 36º mês de contrato.