No âmbito de um inquérito civil, promotores de Justiça com atuação nas áreas de meio ambiente, saúde pública e patrimônio público e social recomendaram que o município de Santos siga observando as restrições impostas ao comércio e circulação de pessoas determinadas no Plano São Paulo de retomada da economia. 

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No documento, os promotores Marisol Garcia, Flavia Gonçalves, Fernando Akaoui, Adriano de Souza, Carlos Carmello Junior e Landolfo de Souza argumentam que Santos foi enquadrado na fase 1 - vermelha do Plano São Paulo, o que prevê a liberação apenas dos serviços essenciais. Os membros do MPSP destacam os resultados de estudo de Epidemiologia da Covid-19 na Região Metropolitana da Baixada Santista (Epicobs), que apontam que a região "se encontra em fase epidêmica de aceleração, próxima ao pico, o que revela ser prematura a adoção de políticas de flexibilização de atividades econômicas que diminuam o distanciamento social".

Entre outros pontos, a recomendação considera as manifestações públicas feitas pelo prefeito de Santos, revelando a intenção de iniciar a retomada de atividades econômicas como se estivesse na fase 2 - laranja do Plano São Paulo, o que permitiria a adoção de medidas menos restritivas.