REUNIÃO

Eleições 2026: TSE apresenta sistema de votação e segurança a diplomatas nesta segunda (17)

Ministro Kassio Nunes Marques detalha tecnologias da urna eletrônica e ações contra deepfakes nas eleições para embaixadores


Redação
Publicado em 17/08/2026, às 12h07

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TSE
Reunião tem início às 14h (horário de Brasília) - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promove, nesta segunda-feira (17), encontro com mais de 100 diplomatas para apresentar o funcionamento do sistema eletrônico de votação brasileiro, além de seus mecanismos de segurança e transparência.

A Sessão Informativa para Embaixadas será conduzida pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.

Ele apresentará o passo a passo da votação por meio da urna eletrônica. Em ocasiões anteriores, o magistrado classificou a tecnologia como “patrimônio do povo brasileiro”.



Todos os chefes de embaixadas instaladas em Brasília receberam convite para a reunião fechada, marcada para as 14h.

Segundo o TSE: “O objetivo é ambientar os representantes estrangeiros quanto às tecnologias e à arquitetura de segurança do processo de votação nacional”.

Combate a deepfakes e desinformação Nunes Marques detalhará os planos de contingência para enfrentar o uso de deepfakes — mídias geradas por inteligência artificial que substituem rostos ou clonam vozes em vídeos e áudios com alta fidelidade — nas campanhas eleitorais.



Ele também abordará o disparo em massa de desinformação estruturada, de acordo com a Justiça Eleitoral.

Mais de 100 diplomatas confirmaram presença.

Encontros com representantes dos corpos diplomáticos com sede em Brasília ocorrem desde junho, como estratégia para demonstrar a idoneidade do processo eleitoral brasileiro.



Desde o início deste mês, por exemplo, houve reuniões com representantes da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Europeia (UE), dos Estados Unidos e de Cuba.

Observação Internacional

Outro assunto da pauta envolve as missões de Observação Internacional. Essas equipes estrangeiras acompanharão a eleição de outubro no Brasil, com o objetivo de produzir relatórios independentes sobre a integridade do processo.

Para 2026, instituições internacionais já confirmaram o envio de observadores. São eles: Organização dos Estados Americanos (OEA); União Europeia; Parlamento do Mercosul (Parlasul); União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore); Liga dos Estados Árabes; e Rede dos Órgãos Jurisdicionais de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Rojae-CPLP).



Na eleição presidencial anterior, em 2022, 13 missões internacionais acompanharam o pleito no Brasil.

Com informações da Agência Brasil

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