Programa

Cubatão terá projeto habitacional voltado para quem paga aluguel

O programa prevê a construção de 1.640 habitações em área entre o Jardim Casqueiro e a Ilha Caraguatá


Da Redação
Publicado em 27/04/2018, às 07h08 - Atualizado em 23/08/2020, às 16h44

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O prefeito anunciou a construção das moradias durante o 1º Seminário Municipal da Habitação de Interesse Social - Divulgação/PMC
O prefeito anunciou a construção das moradias durante o 1º Seminário Municipal da Habitação de Interesse Social - Divulgação/PMC


O prefeito de Cubatão, Ademário Oliveira, anunciou na quarta-feira, 25, a construção de um projeto habitacional voltado para a pessoa que pagam aluguel. Serão construídas 1.640 moradias em uma área entre os bairros Jardim Casqueiro e a Ilha Caraguatá , com recursos e estrutura do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal; da Companhia de Habitação e Desenvolvimento Urbano (CDHU), do Governo do Estado; apoio da prefeitura e parceria com a iniciativa privada.

A declaração foi feita durante o discurso de abertura do 1º Seminário Municipal da Habitação de Interesse Social, comemorativo dos 10 anos de criação da Secretaria Municipal da Habitação e realizado no plenário da Câmara Municipal. Nas últimas décadas, os projetos habitacionais oficiais, envolvendo a construção de conjuntos residenciais na cidade, foram feitos dentro do processo conhecido como demanda fechada, ou seja, as moradias são destinadas a um público específico, geralmente pessoas transferidas de áreas de risco ou glebas públicas invadidas. 

Agora, o sistema será o de demanda aberta, permitindo acesso às moradias a qualquer pessoa que preencha os requisitos necessários à obtenção de um financiamento imobiliário. Os subsídios públicos são a garantia de que os imóveis terão um preço acessível às camadas médias da população, entre as quais se incluem o funcionalismo municipal, explicou o prefeito.



Lembrou que existem, hoje, em, Cubatão, centenas de pessoas que não são ocupantes de áreas de risco, nem de interesse ambiental, pagam aluguel em imóveis da área urbana e nunca foram destinatários de projetos habitacionais oficiais. "Esse novo projeto é mais um recurso da atual administração para reduzir o deficit habitacional, que é da ordem de 48%", informou. 

Conforme a secretária municipal da Habitação, Andrea Maria de Castro, faz-se, agora, o detalhamento do projeto,  estudando-se, entre outras coisas, os requisitos a serem exigidos dos futuros mutuários, tais como nível de renda máxima e mínima e capacidade de endividamento familiar.

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