PRIVATIZAÇÃO

Audiência discute fechamento de agências dos Correios em São Paulo

Representantes do sindicato discutiram os impactos e prejuízos com o fechamento destes espaços em encontro na Alesp


Da Redação
Publicado em 27/06/2019, às 07h03 - Atualizado em 23/08/2020, às 19h38

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Divulgação/Alesp
Divulgação/Alesp


O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos (SINTECT/SP) reuniu representantes da categoria na terça-feira, 25, na Assembleia Legislativa do Estado para discutir os impactos e prejuízos para a população paulista do fechamento de agências dos Correios em São Paulo. Além dos trabalhadores, também foram convidadas associações de moradores e comerciantes para participar da audiência.

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A deputada Leci Brandão (PCdoB) presidiu a mesa e se mostrou contrária a privatizações. Disse ela: "As grandes empresas que prestam tantos serviços importantes para a população brasileira não poderiam, de uma tacada só, serem fechadas e privatizadas. Os Correios têm 356 anos e sempre prestaram serviço importantíssimo para as pessoas que, com as cartas, também faz o papel de unir pessoas". 

Elias Cesário e Brito Júnior, presidente do SINTECT, afirma que a principal demanda da audiência foi conscientizar a população sobre a possível privatização da instituição. "Estamos preocupados em especial pelos funcionários que podem vir a serem transferidos até mesmo de cidade por conta do fechamento de agências no estado.Por isso queremos uma conversa ampla sobre essa situação, pois o atendimento à população mais carente será prejudicada", declarou. 



Atualmente, a capital paulista e zona postal de Sorocaba tem 10,5 mil sindicalizados e cerca de 17 mil trabalhadores. Ainda segundo o sindicato da categoria, desde o dia 12 de junho os Correios lançaram um Plano de Demissão Voluntária (PDV). Segundo Júnior, só na última semana com este PDV, mais de 400 pessoas já pediram desligamento dos Correios.

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