AVES DE ESTIMAÇÃO

Periquito-rico e maitacas ganham espaço como pets legalizados

Veterinário do quadro É Pet? ensina a identificar as espécies mais comuns nas cidades, e alerta para a regra de aquisição em lojas


Redação
Publicado em 07/07/2026, às 15h52

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Periquito-rico e maitacas ganham espaço como pets legalizados
Posse doméstica exige aquisição em locais autorizados - Regan Dsouza


Maritaca e maitaca são termos diferentes usados para batizar o mesmo grupo de aves. O apresentador e veterinário Danilo Sato, do quadro É Pet?, da TV Cultura Litoral, desmistificou o assunto e explicou as características das espécies que podem integrar o convívio doméstico de forma legalizada.

O veterinário destaca que diversas aves recebem essa nomenclatura popular, com variações marcantes de tamanho, cor e comportamento. Entre os exemplos permitidos para a criação em casa, Danilo cita quatro variações:

  • Periquito-maracanã: ave de pequeno a médio porte, com corpo menos robusto que o de um papagaio tradicional;
  • Maitaca-verde: espécie apresenta grande semelhança com os papagaios, tanto na coloração esverdeada quanto no tamanho;
  • Maitaca de barriga azul e de cabeça azul: duas espécies com porte semelhante ao de um papagaio, mas que chamam a atenção pelos tons azulados e vibrantes nas penas;
  • Periquito-rico: muito comum nas áreas urbanas e no meio das cidades. É uma ótima opção de pet, pois possui pequeno porte e comportamento dócil se receber carinho e atenção.

Nutrição regrada 

Apesar das diferenças visuais, todas essas aves compartilham necessidades semelhantes de manejo e estrutura. O cardápio diário em cativeiro requer disciplina por parte do tutor. A base da dieta consiste em ração extrusada específica para a espécie, com o complemento de porções balanceadas de frutas e legumes.



Para finalizar, o veterinário faz um alerta rigoroso sobre a origem do animal. O avistamento frequente do periquito-rico e de outras maitacas nas cidades brasileiras não autoriza a captura.

A retirada de um exemplar da natureza para a criação doméstica é crime ambiental. O futuro tutor precisa obrigatoriamente adquirir a ave em criadouros legalizados, com toda a documentação aprovada pelos órgãos ambientais competentes.

*Com informações do apresentador e veterinário Danilo Sato, para o Jornal Litoral, da TV Cultura Litoral.



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