CUIDADO NA TRILHA

Estudante de Biologia alerta para estragos da picada de uma jararaca; “perna necrosada”

Matheus Reis compartilhou uma foto em seu perfil do Twitter, com mais de 13 mil seguidores, e disse que não é para desencorajar a fazer trilhas, mas sim alertar para segurança básica e uso de vestimenta correta

16/05/2022 às 19:32.
Atualizado em 17/05/2022 às 00:33
Jovem na cama devido a uma picada de jararaca; perna pode ficar necrosada e ele perder os movimentos (Divulgação/Chopinzinho FM)

Jovem na cama devido a uma picada de jararaca; perna pode ficar necrosada e ele perder os movimentos (Divulgação/Chopinzinho FM)

O estudante de Biologia na Universidade Federal de Goiás, Matheus Reis, fez um grande alerta em seu Twitter sobre divulgação científica de répteis, com mais de 13 mil seguidores, sobre uma picada de jararaca (Bothrops sp) e todo acidente que poderia ter sido evitado se a pessoa usasse as vestimentas corretas na trilha.

“Esse é o resultado de uma picada de jararaca (Bothrops sp), acidente que pode ser evitado com o uso de calça, bota e perneira”, começou seu relato. Além disso, aproveitou para dizer que sua publicação não é um “desincentivo a ida a trilhas, cachoeiras e semelhantes”, mas uma forma de alertar sobre segurança básica. “Segurança sempre em primeiro lugar”, acrescentou.

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Em resposta aos seguidores que ficaram preocupados com a pessoa da foto, Matheus destacou que a recuperação leva no mínimo seis meses de forma eficaz e o jovem ainda pode ter sequelas, como a perda da movimentação local e necrose.

Jararaca, segundo o Instituto Butantan

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O Instituto Butantan divulgou, por meio de um livreto infantil, que há cerca de 30 espécies de jararacas pelo território brasileiro, em diversos tipos de regiões e ambientes. O renomado Instituto aproveitou para ressaltar que o animal vive principalmente em florestas ou campos abertos e que alguns ficam no alto da árvore e outros preferem viver embaixo de rochas e plantas.

“No momento da caça, as jararacas, assim como outras serpentes, procuram suas presas se orientando pelo calor que elas emitem. Essa percepção é possível por meio de um órgão chamado fosseta loreal: um buraco localizado na cabeça da serpente, entre o olho e a narina”, ressaltou na publicação.

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