TERIA UMA?

Caturrita como pet: saiba como cuidar e adquirir a ave

Veterinário Danilo Sato explica a rotina alimentar, o comportamento da espécie e a importância de adquirir a caturrita em locais legalizados


Redação
Publicado em 16/07/2026, às 14h29

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Caturrita como pet: saiba como cuidar e adquirir a ave
Ave exige dieta balanceada e pode viver mais de 20 anos, se criada de forma adequada pelo tutor - Jovan Vasiljević/Pexels


A caturrita, também conhecida como periquito-monge, atrai o interesse de tutores que buscam uma ave de estimação dócil e inteligente. Parente do papagaio, a espécie é nativa da região Sul do Brasil e de outras nações da América do Sul.

Em ambiente silvestre, o animal vive em bandos, comunica-se com vocalizações intensas e possui a curiosa capacidade de erguer o próprio ninho com gravetos para abrigar colônias inteiras.

Apesar da origem selvagem, a adaptação da ave em casa é positiva, desde que o tutor garanta o manejo adequado.



Cuidados e alimentação

Para a domesticação responsável, a rotina do animal exige atenção rigorosa com a dieta. Em cativeiro, a alimentação correta inclui ração extrusada de alta qualidade, legumes, verduras e porções moderadas de frutas, para substituir as sementes, os brotos e as flores consumidos na natureza.

O médico veterinário e apresentador Danilo Sato detalha o perfil afetivo da espécie.

São aves muito inteligentes, aprendem rotinas, reconhecem pessoas, são bastante carinhosos e se apegam bastante aos seus responsáveis", destaca.

Longevidade e posse legal

A expectativa de vida prolongada é outro fator que aproxima as famílias do pequeno animal. No entanto, o processo de compra requer atenção à legislação ambiental brasileira.



O veterinário Danilo Sato alerta para as normas de aquisição. "São aves de porte médio e, se criadas de forma adequada, podem viver bastante, em torno de 20, 25 anos ou até mais. E para adquirir um animal desse, sempre em criatório legalizado", ressalta o especialista.

Embora a plumagem verde represente o padrão original de sobrevivência da espécie, o mercado regulamentado também dispõe de variações de cores, como azul e cinza, para a criação doméstica.

*Com informações do apresentador e veterinário Danilo Sato, para o quadro É Pet?, da TV Cultura Litoral.



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