Os dois peludos estavam desde janeiro de 2021 pagando por um crime que supostamente não cometeram

Odin e Lucy estavam no que se pode chamar de “corredor da morte”, nos Estados Unidos, desde janeiro de 2021 por supostamente terem assassinado Big Boy. O que poderia ser um roteiro de alguma série policial na verdade se trata de uma história envolvendo dois cães e um gato.
Odin é um pitbull de dois anos de idade. Já Lucy é uma mestiça de Akita de 6 anos. Ambos foram acusados de matar o gato Big Boy, que era de um vizinho, porque foram encontrados ao lado do corpo do felino.
Agentes do que seria a versão americana do “controle de zoonoses” levaram então Odin e Lucy para um abrigo e foi dado início a um processo que culminaria com o sacrifício dos dois peludos.
Só que os tutores de Odin e Lucy não aceitaram a acusação aos seus bichinhos. Nola Lowman e seu filho William Dillon Jr. contrataram advogados para defender os cachorros da acusação de assassinato e tentar tirá-los da versão animal do “corredor da morte”.
O argumento usado foi de que os cães apenas encontraram o corpo de Big Boy. O verdadeiro culpado pela morte seria um abominável coiote ou um “serial killer”, pois outros quatro gatos haviam sido atacados nas redondezas.
Segundo o site TMZ, Odin e Lucy ficaram “no xadrez” por mais de um ano. Mas, a história teve um final feliz. Há algumas semanas, um juiz, apesar de não determinar a inocência da duplinha, retirou a sentença de morte.
O magistrado se baseou nos “antecedentes criminais” dos cachorros, que não possuíam um histórico de agressividade, e permitiu que eles retornassem para casa.