Testes e estudos são feitos no centro de pesquisas e desenvolvimento da montadora de veículos elétricos localizado em Baoding, na China

A GWM alcançou a marca de 4 mil testes de colisão em seu centro de pesquisas e desenvolvimento, instalado em Baoding, na China.
O feito foi celebrado com um ensaio envolvendo o Haval H7, utilitário esportivo projetado para diferentes mercados internacionais e que tem estreia prevista no Brasil até o fim de 2026.
Segundo a marca, o resultado reflete mais de 30 anos de investimentos da fabricante em engenharia automotiva, pesquisa e aprimoramento de tecnologias de proteção.
A estratégia da empresa busca desenvolver veículos capazes de cumprir as exigências de segurança dos países onde comercializa seus modelos.
Segundo a GWM, no teste que marcou a realização do 4.000º ensaio, o Haval H7 apresentou resultados que demonstraram a eficiência de sua estrutura de proteção. O habitáculo permaneceu íntegro, sem deformações expressivas que pudessem comprometer a segurança dos ocupantes.
Os equipamentos de proteção também responderam conforme o previsto. Airbags, cintos de segurança e dispositivos de retenção infantil funcionaram de acordo com os parâmetros estabelecidos pela fabricante.
Outro aspecto avaliado foi o comportamento do veículo após o impacto. O sistema de combustível não apresentou danos ou vazamentos, enquanto a alimentação elétrica de alta tensão foi interrompida automaticamente.
As luzes de emergência também foram ativadas para sinalizar a ocorrência e ajudar a prevenir novas colisões.
A estrutura responsável pelos ensaios da GWM foi construída com um aporte de 510 milhões de yuans chineses, equivalente a aproximadamente R$389 milhões. O complexo ocupa 57 mil metros quadrados e reúne equipamentos destinados a diferentes etapas de avaliação da segurança veicular.
Entre os procedimentos realizados estão testes de impacto com veículos completos, análises dos sistemas de retenção, verificações da resistência estrutural e avaliações integradas de tecnologias de segurança ativa e passiva.
O laboratório dispõe de bonecos antropomórficos de última geração, conhecidos como dummies, que permitem registrar informações detalhadas sobre os efeitos das colisões no corpo humano.

Câmeras de alta velocidade, capazes de capturar até 4 mil imagens por segundo, complementam o monitoramento dos ensaios.
A unidade também utiliza equipamentos especializados e ferramentas de simulação digital para reproduzir milhares de situações complexas de tráfego e emergência.
Os recursos permitem analisar o comportamento dos veículos em diferentes condições e aperfeiçoar os sistemas de proteção.
A montadora mantém uma política de investimentos contínuos em pesquisa e engenharia, com foco no desenvolvimento, na realização de testes e na validação de soluções de segurança.
Desenvolvido para atender às exigências de diversos países, o Haval H7 conta com uma estrutura que combina materiais de alta resistência, reforços em áreas estratégicas e soluções destinadas a controlar a distribuição das forças geradas em uma colisão.
O projeto busca ampliar a proteção dos ocupantes em diferentes tipos de impacto. Além dos recursos estruturais, o modelo incorpora sistemas eletrônicos de assistência à condução, entre eles alerta de colisão frontal; frenagem autônoma de emergência; e assistente de permanência em faixa.
De acordo com a GWM, essas tecnologias foram desenvolvidas para auxiliar o motorista e contribuir para a redução dos riscos de acidentes.
O trabalho da GWM na área de segurança também recebeu reconhecimento de instituições internacionais. Nos últimos anos, veículos da fabricante foram avaliados por programas como o Ancap, da Austrália, e o Euro NCAP, da Europa.
A chegada do Haval H7 ao mercado brasileiro está programada para ainda este ano. O SUV desembarcará no país com soluções desenvolvidas a partir da experiência internacional da montadora e de seus padrões de engenharia.
