TRAGÉDIA

Professor francês decapitado: 11 pessoas presas na investigação do caso que abalou a França

Samuel Paty, professor de 47 anos, foi morto na sexta-feira, em frente à sua escola em um subúrbio de Paris


Da redação / Reuters
Publicado em 18/10/2020, às 13h36 - Atualizado às 15h07

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Samuel Paty - Imagem:  reprodução
Samuel Paty - Imagem: reprodução


Uma 11ª pessoa foi detida neste domingo, disse a polícia francesa, enquanto autoridades investigavam o assassinato de Samuel Paty, um professor de história que foi decapitado em um ataque que chocou o país.

A revista satírica Charlie Hebdo, cujos escritórios foram atacados em um assassinato em massa há cinco anos, estava entre os grupos que organizavam uma homenagem a Paty em Paris à tarde.

O professor de 47 anos foi morto na sexta-feira, 16, em frente à sua escola em um subúrbio de Paris. O agressor --de 18 anos, nascido na Rússia e de origem chechena-- foi morto a tiros pela polícia logo após o ataque.



O professor havia mostrado a seus alunos neste mês cartoons do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão, irritando vários pais muçulmanos. Os muçulmanos acreditam que qualquer representação do Profeta é uma blasfêmia.

Fonte: Agência Reuters | Paris | Por Sybille de La Hamaide

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