Mike Ryan, chefe do Programa de Emergências, considera a situação preocupante na América Central

As origens de uma nova alta nas infecções pelo novo coronavírus em Pequim não são certas, disseram autoridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira, 15, descrevendo como "hipótese" a alegação de que poderia ter sido causada por importações ou empacotamento de salmão.
Vários distritos da capital chinesa instalaram postos de verificação, fecharam escolas e determinaram que as pessoas fossem testadas para o novo coronavírus, após o aumento inesperado nos casos da doença relacionado ao maior mercado atacadista de alimentos da Ásia.
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Jornais estatais informaram que o vírus foi descoberto em tábuas usadas para cortar salmão importado no mercado de Xinfadi, em Pequim, em meio a preocupações sobre uma segunda onda da pandemia na China.
Mike Ryan, chefe do Programa de Emergências da OMS, disse em entrevista por videoconferência que seria "reticente" afirmar que a embalagem precisa ser testada para o vírus como resultado das novas infecções.
Ryan falou sobre o Brasil, lembrando que o país é um dos que registram número crescente de casos de covid-19 e que a situação é preocupante na América Central.