Instituto passará a exigir identificação digital para liberar aposentadorias e auxílios; novos segurados precisarão de cadastro na CIN, CNH ou título de eleitor

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passará a exigir a comprovação biométrica para a concessão de novos benefícios previdenciários e assistenciais. A medida tem como objetivo reforçar a segurança dos processos, combater fraudes e garantir que os recursos sejam destinados aos beneficiários corretos.
De acordo com as novas regras, os segurados deverão possuir cadastro biométrico em bases oficiais do governo, como a carteira de identidade nacional (CIN), a carteira nacional de habilitação (CNH) ou o título de eleitor. A exigência vale para solicitações de aposentadorias, auxílios e outros benefícios administrados pelo instituto.
O governo federal informou que a implementação ocorrerá de forma gradual. Quem já possui biometria registrada em órgãos oficiais poderá continuar utilizando esses dados durante o período de transição.
Já os cidadãos que ainda não contam com qualquer cadastro biométrico deverão providenciar a emissão da nova carteira de identidade nacional, para atender às futuras exigências.
Segundo o INSS, a mudança não afetará os benefícios que já estão ativos e não haverá suspensão de pagamentos para quem já recebe aposentadorias, pensões ou auxílios.
A iniciativa faz parte de um processo de modernização dos sistemas de identificação, buscando ampliar a proteção dos dados dos segurados e reduzir irregularidades na concessão dos benefícios.