Redução da gasolina e diesel nas refinarias pode não chegar ao consumidor

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Publicado em 11/11/2016, às 11h41 - Atualizado em 23/08/2020, às 15h38

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Foto: Divulgação

Marina Aguiar

A Petrobrás divulgou na última terça-feira, 8, a redução, nas refinarias, de 3,1% na gasolina, e 10,4% no diesel. A empresa ainda afirmou que, se o ajuste chegar aos consumidores, o diesel pode cair R$ 0,20 por litro, e a gasolina R$ 0,05. A redução foi anunciada no mês passado. Para o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Santos (Sindicombustíveis Resan), é cedo para falar em reajuste.

Por enquanto, o valor só aumenta. Em Bertioga, o preço médio da gasolina é de R$ 3,79; já o diesel varia entre R$ 2,89 e R$ 3,23. De acordo com o gerente do Posto Juruá, Carlos, o valor aumenta a cada semana, devido à alta do álcool anidro. A substância é adicionada a gasolina e que representa 27% do combustível.

As perspectivas em relação à redução para o consumidor são ruins. O presidente do Sincombustíveis Resan, José Camargo Hernandes ainda não tem certeza quanto ao reajuste final. “É cedo para falar qualquer coisa, se realmente haverá redução. Temos que aguardar as distribuidoras fazerem os cálculos para definir os preços de venda para os postos”, afirmou o presidente.

Hernandes ressalta que o mercado nacional da revenda é completamente livre; nem a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) e os sindicatos a ela filiados, entre eles o Sindicombustíveis Resan (base Baixada Santista e Vale do Ribeira), orientam os revendedores a repassar ou não repassar aumentos ou reduções de preços das distribuidoras.

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