Processo seletivo e funcionamento da UPA dominam pauta de audiência pública

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Publicado em 02/06/2017, às 09h33 - Atualizado em 23/08/2020, às 15h59

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Secretário de Saúde prestou contas do quadrimestre e esclareceu dúvidas da população

O secretário de Saúde de Bertioga Jurandyr das Neves prestou esclarecimentos sobre as ações e gastos da pasta, durante o primeiro quadrimestre de 2017, relativos aos meses de janeiro, fevereiro, março e abril, em audiência pública na Câmara Municipal. O encontro entre o Executivo, o Legislativo e população ocorreu na noite de quarta-feira, 31.

Neves informou que, a cada quatro meses, são atendidos entre 25 a 27% da população de Bertioga, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). No último quadrimestre, segundo ele, os registros somam 16.464 procedimentos. Quanto aos óbitos, ele informou que foram registradas 42 mortes, das quais nove óbitos de residentes de Bertioga em cada mês, e mais seis óbitos de não residentes, em março e abril. Neves explica: "Saiu uma história de que morreram três de uma vez. Um era paciente em estado terminal de câncer e outro era um infartado que chegou praticamente morto ao Hospital".

Imagem acervo site

Jurandyr esclareceu dúvidas da população durante audiência pública

O novo processo seletivo e o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foram  questionados pelos munícipes e vereadores, assim como os critérios de contratação pelo processo seletivo. "Por que exigir um ano de experiência, no mínimo, para o cargo de porteiro? Não é um trabalho difícil", questionou a vereadora Valéria Bento (PMDB). A diretora de Vigilância à Saúde Michelle Luis Santos explicou que, qualquer profissional que atue em um hospital, deve atender a requisitos especiais, e que todos os candidatos contratados possuíam os pré-requisitos exigidos, como experiência e formação em sua área.

A munícipe e voluntária no Hospital de Bertioga Marisa Schmidt questionou a publicidade sobre o processo seletivo: "Se o novo contrato tem duração de apenas três meses, por que anunciar em rede nacional? Pra que trazer pessoas de Praia Grande, Mogi das Cruzes e adjacências, se não é um concurso público, não há estabilidade e é por apenas três meses?".

Michelle, por sua vez, explicou que o processo simplificado seguiu os padrões burocráticos. "Se houve uma grande exposição foi por causa da mídia; nós somos obrigados a publicar no Boletim Oficial do Município. A divulgação ampla não foi intencional".

Marina Aguiar

Foto: JCN

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