Poucas celebridades no mundo têm um museu para chamar de seu, como o nosso Pelé, insubstituível em sua trajetória futebolística

Esta trajetória está contida num lindo e amplo espaço de mais de quatro mil metros quadrados - os Casarões do Valongo -, que já abrigou a sede do governo municipal, a Câmara de Vereadores e a primeira faculdade de farmácia e odontologia de Santos. Passado ilustre, portanto.
Depois de dois incêndios, um em 1885 e, outro, em 1992, o prédio ficou em ruínas por décadas, até voltar à sua antiga resplandecência, em 2014, como Museu Pelé.
Da infância pobre de Edson Arantes do Nascimento, em Três Corações, Minas Gerais, até sua consagração como Rei Pelé, tudo se encontra lindamente exposto em painéis fotográficos, objetos originais, como documentos, camisas, chuteiras, bolas, condecorações, troféus, e dezenas de itens do acervo pessoal do Atleta do século XX. Há, ainda, um audiovisual sobre sua história.
A réplica da taça Jules Rimet, conquistada para o futebol tupiniquim, no ano mágico de 1970, bem como a Bola de Ouro da Fifa, oferecida a Pelé pelo conjunto de sua carreira (ele não concorreu ao troféu porque nunca jogou num time europeu), também estão para deleite dos amantes do futebol.
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O Museu Pelé deve ser visitado sem pressa; há muito que se ver, ler, ouvir e, até, degustar. Sim, porque no térreo tem uma cafeteria muito agradável, para sentar com a família ou amigos e trocar observações sobre o imenso acervo reunido no museu. Uma loja de suvenires, neste mesmo piso, oferece réplicas de camisas históricas usadas pelo Rei do Futebol.
O Museu Pelé fica no largo Marquês de Monte Alegre, nº 1 – bairro Valongo, no centro histórico. Fone:(55 13) 3233-9670. Abre de terça-feira a domingo, das 10h às 18h, mas a bilheteria fecha às 17 horas. O ingresso custa R$10; é gratuito para crianças até 10 anos; pessoas com mais de 60 anos têm 50% de desconto.