Novembro também alerta para os riscos do diabetes

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Publicado em 10/11/2016, às 11h28 - Atualizado em 23/08/2020, às 15h37

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Foto: Divulgação

Além da prevenção do câncer de próstata, o Novembro Azul também traz a conscientização para uma vida saudável e a importância dos cuidados do diabético. Na próxima semana, dia 14 de novembro, celebra-se o Dia Mundial do Diabetes, doença silenciosa que já atinge 16 milhões de brasileiros e mata 72 mil pessoas por ano no Brasil, segundo relatório divulgado, em abril deste ano, pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A doença

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, ela é uma doença crônica na qual o corpo, ou seja, o pâncreas, não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. A insulina é um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue.

No diabético, o organismo não produz insulina e não consegue utilizar a glicose adequadamente. Com o nível de glicose alto no sangue, a conhecida hiperglicemia, por longo período, o paciente poderá possuir danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos. Os altos níveis de açúcar também afetam os rins, fazendo-os filtrar muito sangue, sobrecarregando os órgãos e fazendo com que moléculas de proteína acabem sendo perdidas na urina. Uma pessoa com doença renal terminal vai precisar de um transplante ou de sessões regulares de hemodiálise. Vale destacar que nem todos os diabéticos terão, necessariamente, problemas renais.

O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida. Após a descoberta, o paciente precisa medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares.

Sintomas

Alguns dos principais sintomas do portador de diabetes é a sede excessiva, a rápida perda de peso, fome exagerada, cansaço, muita vontade de urinar, má cicatrização, visão embaçada, falta de interesse e de concentração, cãibras. Alguns dos sintomas são tanto encontrados no diabetes tipo 1, quanto no tipo 2.  No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.

Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes

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