Fim da polêmica!

Costa Norte
Publicado em 01/09/2016, às 12h25 - Atualizado em 23/08/2020, às 15h28

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*Foto: Reprodução/Internet

O caso do menino que morreu, em Cuiabá, após ter tomado achocolatado Itambezinho pode, finalmente, ter sido esclarecido. Dois homens foram presos na manhã de hoje suspeitos na morte da criança de dois anos. A suspeita é que o produto foi envenenado.

Segundo a Polícia Civil, Adones José Negri, de 61 anos, decidiu envenenar os achocolatados com uma espécie de veneno para ratos. A intenção era punir criminosos que roubaram sua casa diversas vezes. Ele contou que os bandidos costumavam tomar os achocolatados.  Deuel de Rezende Soares, de 27 anos, invadiu a casa de Adones e levou o produto envenenado.  Depois vendeu para um homem, que seria o pai do garoto de dois anos. Adones confessou à polícia que colocou veneno em seis achocolatados.

Suspeitos de envenenar e vender o achocolato (Foto: Divulgação/Polícia Civil-MT)

A criança de dois anos morreu uma hora após tomar o achocolatado. A morte assustou e causou polêmica nas redes sociais. Muitos acreditaram que a bebida poderia estar estragada. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote do Itambezinho e também proibiu a comercialização por 90 dias em todo o Brasil. A empresa responsável pelo produto realizou análises internas do lote mencionado e disse que nenhum problema foi encontrado na composição.

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