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Em Santos, obra do Centro de Atividades Turísticas alcança 85% de execução

A cobertura do edifício se encontra em fase de acabamento

Da Redação
Publicado em 07/08/2020, às 03h59 - Atualizado em 24/08/2020, às 00h38

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Divulgação/Prefeitura de Santos
Divulgação/Prefeitura de Santos

Com 85% da obra concluída, o Centro de Atividades Turísticas (CAT), em construção na Ponta da Praia, já conta com revestimento em parte da fachada e diversas estruturas da área interna instaladas. Em torno do edifício, são realizadas obras de drenagem e a reurbanização da Praça Almirante Gago Coutinho. A previsão é de que os trabalhos sejam finalizados até outubro.

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“O pavilhão de feiras está com 70% do piso concretado. O hall de entrada e a bilheteria também já estão bem avançados, com iluminação e colocação de piso em granito. E as duas escadas rolantes estão posicionadas, em processo de montagem”, detalha o arquiteto da Prefeitura Glaucus Farinello, gestor do projeto da Nova Ponta da Praia.

Segundo ele, a cobertura do edifício se encontra em fase de acabamento, enquanto a área externa vai ganhando o visual planejado. “Avançamos no revestimento externo, parte em placas metálicas, parte em fulget (mistura de cimento com pedras, com aspecto granulado)”.

À frente do CAT, foram iniciadas as obras de ampliação da Praça Almirante Gago Coutinho, com limpeza do terreno, demolição parcial do antigo mercado de peixes – alguns arcos serão mantidos – e delimitação do espaço onde haverá um espelho d’água.

Próximo ao edifício, também estão em andamento a reestruturação da rede de drenagem e a implantação de novas conexões de esgoto. Pare este serviço, houve alteração temporária no tráfego de saída da balsa (https://www.santos.sp.gov.br/?q=noticia/comeca-a-funcionar-o-novo-acesso-de-motos-a-balsa-na-ponta-da-praia). Estes trabalhos têm duração prevista de 15 dias.

COMPENSAÇÃO

O CAT e as demais intervenções da Nova Ponta da Praia são promovidas pela iniciativa privada como compensações obrigatórias previstas na Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) para empreendimentos em áreas determinadas da Cidade. Não há investimento de recursos por parte do Município.

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