Veja como Phelps, Bolt, Biles, Neymar e Riner transformaram suas carreiras após a Rio 2016 e continuam influenciando o esporte mundial

Dez anos depois da abertura da Rio 2016, os atletas que marcaram aqueles Jogos Olímpicos continuam presentes no imaginário esportivo. Michael Phelps e Usain Bolt encerraram carreiras históricas, Simone Biles ampliou sua coleção de títulos, Teddy Riner seguiu competitivo e Neymar permaneceu associado ao primeiro ouro olímpico do futebol masculino brasileiro.
A influência desses nomes também atravessa mídia, patrocínios e novas formas de acompanhar competições.
Para quem observa o esporte mundial nas bets legalizadas, o mercado regulado brasileiro exige plataformas autorizadas, regras claras e mecanismos de jogo responsável. O interesse comercial em grandes atletas não muda uma premissa básica: apostas devem ser tratadas como entretenimento, nunca como fonte de renda.
A primeira Olimpíada realizada na América do Sul reuniu 11.238 atletas em 28 esportes e 306 provas. Os dados oficiais dos Jogos Rio 2016 dimensionam um evento que transformou o Rio em vitrine esportiva mundial.
Phelps chegou ao Brasil para a despedida olímpica e conquistou seis medalhas, cinco de ouro e uma de prata. Encerrou a carreira com 28 pódios olímpicos, sendo 23 títulos, números que permanecem únicos.
Bolt venceu os 100m, os 200m e o revezamento 4x100m no Rio. Dez anos depois, seus recordes mundiais de 9s58 nos 100m e 19s19 nos 200m seguem intactos.
Biles estreou em Olimpíadas com quatro ouros e um bronze. Neymar converteu o pênalti decisivo contra a Alemanha no Maracanã e garantiu ao Brasil seu primeiro ouro olímpico no futebol masculino. Riner confirmou a hegemonia no judô ao conquistar o bicampeonato individual dos pesados.
Os caminhos após 2016 foram diferentes. Phelps aposentou-se e passou a atuar como comentarista, empresário e defensor da saúde mental. Sua fundação trabalha com segurança aquática, vida saudável e apoio psicológico, especialmente entre crianças.
Bolt encerrou a carreira no atletismo em 2017. Mesmo fora das pistas, continua como referência comercial e cultural de velocidade.
Riner escolheu outra rota: permaneceu no alto rendimento e, em Paris 2024, conquistou seu terceiro ouro olímpico individual no judô, além de continuar envolvido com a seleção francesa.
O legado dos atletas também se conecta às estruturas deixadas pelos Jogos. Uma reportagem do Costa Norte sobre o impacto do legado da Rio 2016 no esporte brasileiro mostra como centros de treinamento construídos ou fortalecidos naquele ciclo ajudaram atletas brasileiros nos anos seguintes.
Entre todos os nomes de 2016, Simone Biles talvez seja o exemplo mais claro de continuidade. Depois dos cinco pódios no Rio, a americana enfrentou problemas de saúde mental em Tóquio e voltou ao topo em Paris 2024.
Na França, ganhou três ouros e uma prata, chegando a 11 medalhas olímpicas, sete delas de ouro, além de 23 títulos mundiais.
Em 2026, Biles ainda não havia voltado a competir desde Paris. Sua presença como embaixadora da Panam Sports na contagem regressiva para Lima 2027 aumentou a expectativa por uma possível estreia nos Jogos Pan-Americanos. A participação, porém, não está confirmada, assim como seu retorno para Los Angeles 2028.
Michael Phelps ajudou a ampliar a discussão sobre saúde mental entre atletas de elite. Já Simone Biles transformou o tema em parte central da conversa sobre desempenho e bem-estar.
Além deles, Usain Bolt mostrou o alcance comercial que um velocista pode atingir globalmente. Dentro de campo, Neymar reforçou a força simbólica do futebol olímpico no Brasil, enquanto o francês Teddy Riner se tornou uma referência de longevidade competitiva.
Esse impacto alcança crianças, patrocinadores, federações e projetos de formação. Os ídolos criam referências técnicas e influenciam como novas gerações enxergam carreira, pressão e saúde.
A Rio 2016 não foi apenas uma coleção de recordes. Seus principais atletas continuaram moldando modalidades, discussões sociais e estratégias comerciais muito depois da cerimônia de encerramento.
Dez anos depois, o maior legado desses campeões está na capacidade de permanecer relevantes sem depender exclusivamente das medalhas conquistadas no Brasil.
Para atletas que miram Los Angeles 2028 e ciclos seguintes, Phelps, Bolt, Biles, Neymar e Riner continuam funcionando como referências de excelência, adaptação e alcance global.
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