
Foto: Ty Ghiloni
Agências bancárias voltam as atividades, nesta sexta-feira, 7, após o fim da maior paralisação da história dos bancários que durou 31 dias. O término da greve foi definido na noite de quinta-feira, 6, logo após a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) oferecer reajuste de 8% em 2016, abono de R$ 3.500,00, aumento de 10% no vale-refeição e no auxílio-creche-babá e de 15% no vale-alimentação. Os bancos também se comprometeram a garantir aumento real de 1% nos salários de 2017.
Já os bancários queriam a reposição da inflação do período, além de 5% no aumento real (14,7% de reajuste), piso salarial de R$ 3.940,24 a partir de junho e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 8.317,90.
Os bancos propuseram reajuste de 6,5% antes do início da greve e todas as ofertas, desde 29 de agosto, foram rejeitadas pelos bancários. A proposta de reajuste feita ontem só foi rejeitada pelas agências da Caixa, que continuam fechadas em sete capitais.
A paralisação deste ano superou em um dia a realizada em 2004, quando a categoria ficou 30 dias parada. No ano passado, a greve durou 21 dias.