Circo Navegador promove oficinas e espetáculos gratuitos

Costa Norte
Publicado em 23/04/2015, às 07h58 - Atualizado em 23/08/2020, às 14h34

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Cena do espetáculo Cirquim do Serafim

O projeto Palhaços de Todos os Tempos, do Circo Navegador, premiado pelo Programa de Ação Cultural - ProAC, promove a fruição cultural possibilitando o acesso da população a apresentações de espetáculos, oficinas e a memória do circo brasileiro. Depois de estrear no litoral norte, dia 11, em Ubatuba, e passar por Caraguá, dia 24, o projeto chega a Ilhabela, neste sábado, 25, e em Boiçucanga, São Sebastião, no domingo, 26.  As atividades começam com a oficina O Riso, que acontece na parte da manhã, em todas as edições. As inscrições são feitas pelo email: [email protected].

Além da oficina, o Circo Navegador apresenta os espetáculos Om CoTô? Quem Co Sô? PromCo Vô? e Cirquim do Serafim, recheados de humor e brincadeiras típicas dos bons e adorados palhaços. Isso tudo envolvido por um cenário de uma circo-exposição. Nos banners de 2x2 metros, o público conhece os principais palhaços do século XX.

Em Ilhabela a oficina O Riso será das 14h às 16h, no Galpão das Artes, na rua da Cocaia, nº 720. As apresentações dos espetáculos acontecem a partir das 17hs, na quadra da Praça de Eventos e Lazer do Galera, no bairro da Água Branca. Em São Sebastião a oficina será das 14h às 16h, na Praça Pôr do Sol e as apresentações a partir das 17hs na Praça da Mentira, ambas em Boiçucanga.

Garantia de alegria

O Cirquim do Serafim apresenta dois palhaços que cultuam a imagem do Seu Serafim, o finado dono do circo, e perpetuam a sua presença por meio da crença de que ele ainda pode voltar. A dupla esfarrapada e faminta chega de uma longa caminhada em busca de seus sonhos, carregando na bagagem as dificuldades de uma vida de muito trabalho e poucos prazeres. Montam um cirquinho apenas com os contornos dos mastros e da lona, que são coloridos com fitas de cetim e pequenas lâmpadas. Eles têm a consciência que são apenas operários de montagem do circo e que nunca serão artistas. Mas na prática fazem o espetáculo sem perceber, esbanjando a simplicidade típica dos palhaços.

A espera pelo Seu Serafim, o dono do circo, é o motivador dos palhaços esfomeados que vão trapaceando um ao outro em busca de passar o tempo e enganar a fome, enquanto a plateia se diverte com as trapalhadas clássicas e as soluções inusitadas para problemas inexistentes.

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