Bloqueios impedem o acesso de vans e ônibus de turismo e fiscalização orienta carros com placas de outras regiões a voltar para as cidades de origem

Em lockdown desde a última terça-feira (23), as cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, têm adotado barreiras sanitárias para impedir o acesso de vans e ônibus de turismo e orientar carros com placas de outras regiões a voltar para as cidades de origem. As ações são desenvolvidas por meio de força tarefas conjuntas entre órgãos de segurança e de saúde. A previsão é que o lockdown termine no dia 4 de abril.
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Em Bertioga o controle acontece nas avenidas 19 de Maio (Centro), Valdemar Costa Filho (Indaiá) e da Riviera (Riviera de São Lourenço). A prefeitura instalou manilhas de concreto para impedir a entrada à cidade em outras 15 ruas.
Em Guarujá, as barreiras sanitárias funcionam 24 horas por dia em todos os acessos e nas travessias de balsa com Santos e Bertioga, e também nas imediações da rodovia Cônego Domenico Rangoni (antiga Piaçaguera-Guarujá).
Já em Santos, a prefeitura instalou uma única barreira até então, na principal entrada da cidade, no bairro Saboó. A prefeitura também não emite licenças para vans e ônibus desde novembro do ano passado.
Em Praia Grande, um decreto prevê implantação de barreiras a qualquer momento, mas ainda não foram implantadas.
Já nas rodovias não foram instaladas barreiras, mas a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes definiu em conjunto com o governo do estado pela não implementação da Operação Descida, que facilita o acesso ao litoral, até 4 de abril, o último dia do lockdown. É a primeira vez, em 23 anos, que a medida é adotada.