Carrocinha já circula nas ruas de Guarujá

Costa Norte
Publicado em 14/02/2017, às 12h44 - Atualizado em 23/08/2020, às 15h49

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Equipamento esteve parado por dois anos por problemas mecânicos e foi consertado a custo zero para o município

A ‘carrocinha’, veículo para o resgate de cães e gatos doentes ou abandonados nas ruas, voltou a circular nas ruas de Guarujá após dois anos sem uso por problemas mecânicos. O retorno do veículo foi conquistado a custo zero para o município.

O médico veterinário do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), João Paulo Perchiavalli Braga explicou: “Conversei com um amigo que tem oficina mecânica [Emerson Barreto, da EBS-Car] que se prontificou ao diagnóstico do problema do carro e se propôs a consertá-lo a custo zero para o município”.

Os animais resgatados pela carrocinha são aqueles abandonados, atropelados, doentes ou, ainda, que ofereçam risco às pessoas.De acordo com a prefeitura, o resgate dos animais pela carrocinha obedece às solicitações colhidas pela Ouvidoria ou direto ao canil, por intermédio dos munícipes.

O protocolo de atendimento aos animais abandonados obedece quatro passos após a chegada no CCZ. Todos são vermifugados, castrados, vacinados contra a raiva e passam por controle de ectoparasitas (pulgas e carrapatos).

A prefeitura informou também que o canil sofre com a grande demanda de animais abandonados, por isso, incentiva a adoção responsável. Os funcionários da unidade mantêm uma página no Facebook denominada Projeto Adote um Amigo-Canil Municipal do Guarujá, em que veiculam fotos dos animais disponíveis para adoção. Além dos filhotes, que são os mais cobiçados, há muitos animais adultos e também idosos, que se não forem adotados passarão o resto da vida na unidade.

O canil também atende a população canina e felina em seu ambulatório. Nele podem ser agendadas consultas de rotina e a vacinação contra a raiva. A prefeitura esclarece que no local não são realizadas cirurgias além de castração, nem aplicação de soro com medicamentos, ou vacinas para doenças exclusivas dos animais. Somente a antirábica é aplicada devido o risco de transmissão para humanos.

Guarujá

Foto: Raquel Caxile

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