Caraguá imunizará moradores contra a febre amarela de casa em casa

Vacinação ocorrerá em bairros próximos à mata, como Rio do Ouro, Cantagalo, Benfica e Casa Branca

Da Redação
Publicado em 20/02/2018, às 13h50 - Atualizado em 23/08/2020, às 16h29

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Imunização em residências serão realizadas em 14 bairros próximos à mata - Luis Gava/PMC
Imunização em residências serão realizadas em 14 bairros próximos à mata - Luis Gava/PMC

Em uma nova etapa da campanha de vacinação contra a febre amarela, a prefeitura de Caraguatatuba adotou novos métodos de cobertura e fará a imunização casa por casa em bairros próximos a mata. A decisão foi tomada pelo secretário de Saúde, Amauri Toledo, devido ao baixo índice de cobertura da vacinação na primeira etapa do trabalho.

Os bairros contemplados com a ação são: Rio do Ouro, Cantagalo, Benfica, Casa Branca, Alto do Getuba, Sertão dos Tourinhos, Parque Imperial, Portal Patrimônio, Costa Verde, Gaivotas, Golfinho, Portal do Sol, Serramar e Rio Claro.

Para essa nova fase da campanha, 152 agentes comunitários de saúde (ACSs) passarão por capacitação, necessária para identificar, localizar e fazer o intermédio da população dos bairros em regiões de mata, com o serviço de vacinação. Ainda não existe um cronograma para a ação devido à demanda dos profissionais em suas respectivas unidades. A intenção é realizar vacinação em um bairro por dia, mas está sujeita a alterações.

A campanha de vacinação continuará até o dia 02/03 nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. O evento “Multiação”, a ser realizado pela prefeitura no dia 3 de março, no bairro Perequê-Mirim, também será contemplado com ações específicas. O local contará com um ponto de vacinação para a população, na EMEF Prof. Geraldo de Lima, na Avenida Pedro Gonçalves Leite, 685, além de equipes volantes, no bairro Pegorelli.

Balanço

Caraguatatuba imunizou 34.714 pessoas em um período de 24 dias de campanha. O município não apresentou nenhum caso da febre amarela em sua forma silvestre (transmitida pelos mosquitos Haemagogus ou Sabethes, que vivem em área florestal), desde o início do surto no Brasil. Já a versão urbana da doença não é notificada no país desde 1942. 

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