Em Bertioga, todas as cinco Unidades Básicas de Saúde (UBSs) participarão da campanha

A campanha contra o sarampo e a poliomielite inicia no dia 6 de agosto em todo o país. Em Bertioga, todas as todas as cinco Unidades Básicas de Saúde (UBSs) fornecerão a vacina, destinada a bebês de 1 ano e àquelas com 1 ano e 3 meses, que receberão a segunda dose.
A expectativa da Secretaria de Saúde de Bertioga aplicar a dose da vacina tríplice (sarampo, caxumba e rubéola) em 3.465 crianças até o dia 31 de agosto. A coordenadora de Vigilância Epidemiológica do município, Lúcia Peres Guimarães, alerta à importância para que pais e responsáveis fiquem atentos a todas as vacinas. Disse ela: “A imunização deve atender o calendário previsto pelo Ministério da Saúde, com todas as vacinas que protegem os pequenos”.
A prefeitura alerta que nem todos devem ser imunizados, como pessoas com suspeita de sarampo; gestantes; menores de 6 meses de idade; e imunocomprometidos.
As UBSs de Bertioga promoverão a vacinação sempre das 9h às 16 horas. Atenderão à campanha os seguintes postos: UBS Boraceia (rua Vereador Geraldo Rodrigues Montemor, s/nº); UBS Indaiá (rua São Francisco do Sul, s/nº); UBS Mirosam (rua São Gonzalo, s/nº, Vila do Bem, Chácaras); UBS Maitinga (rua Alberto Augusto de Andrade, antiga Rua 14, s/nº); UBS Vicente Carvalho II (rua Epiphânio Baptista, 637, Jardim Vicente de Carvalho).
Sarampo e pólio
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmitida pela fala, tosse e espirro. Apesar de ser extremamente contagiosa em qualquer idade, a vacina previne a contaminação. Em alguns lugares do mundo, a doença é uma das principais causas de morbimortalidade entre crianças menores de 5 anos.
Já a poliomielite é uma doença causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, que geralmente atinge crianças menores de 4 anos, mas também pode contaminar adultos. Normalmente, a infecção apresenta poucos sintomas, que são semelhantes a infecções respiratórias – como febre e dor de garganta – e gastrointestinais – como náusea, vômito e prisão de ventre. Cerca de 1% dos infectados pelo vírus desenvolve a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.